| REINVIDICAÇÕES 1) SOLIDIFICAÇÃO DE POLUENTES EM FORMA DE BLOCOS MULTI USOS, é caracterizado pelo processo de captura de gases do efeito estufa, processamento do lixo e materiais descartados em geral, com o -aproveitamento tot l dos mesmos em blocos sólidos (ecoblocos). . 2) SOLIDIFICAÇÃO DE POLUENTES EM FORMA DE BLOCOS MULTI USOS, é caracterizado pela captura e retenção de fumaças de chaminés e outros gases poluidores de diversas origens, com solidificação dos mesmos e utilização em blocos ou chapas, maciços ou celulares 3) SOLIDIFICAÇÃO DE POLUENTES EM FORMA DE BLOCOS MULTI USOS, é caracterizado pela modificação proposta em vasos sanitários 4) SOLIDIFICAÇÃO DE POLUENTES EM FORMA DE BLOCOS MULTI USOS, é caracterizado por apresentar uma placa em concreto celular armado 5) SOLIDIFICAÇÃO DE POLUENTES EM FORMA DE BLOCOS MULTI USOS, é caracterizado por um processo completo de captura e retenção de poluentes aéreos, com um exaustor que drena estes poluentes através de um filtro retentivo, utilizando vapor para a mistura, condensação e retenção do poluentes com a utilização dos mesmos para fabricar blocos ecoblocos 6) SOLIDIFICAÇÃO DE POLUENTES EM FORMA DE BLOCOS MULTI USOS, é caracterizado por usar uma mistura de água e cal à 7%, para o tratamento e retenção dos poluentes aspirados 7) SOLIDIFICAÇÃO DE POLUENTES EM FORMA DE BLOCOS MULTI USOS, é caracterizado por uma maquina que tritura, lava e separa o lixo ali colocado. 8) SOLIDIFICAÇÃO DE POLUENTES EM FORMA DE BLOCOS MULTI USOS, é caracterizado por apresentar a utilização de poluentes como atividade lucrativa 9) SOLIDIFICAÇÃO DE POLUENTES EM FORMA DE BLOCOS MULTI USOS, é caracterizado por apresentar um processador de lixo, em todas as suas etapas funcionais 10) SOLIDIFICAÇÃO DE POLUENTES EM FORMA DE BLOCOS MULTI USOS, é caracterizado por apresentar uma alternativa para a retenção de gases provenientes de motores à explosão 11) SOLIDIFICAÇÃO DE POLUENTES EM FORMA DE BLOCOS MULTI USOS, é caracterizado pelo processador compacto para a captura de pouca quantidade de gases poluentes 12) SOLIDIFICAÇÃO DE POLUENTES EM JORMA DE BLOCOS MULTI USOS, é caracterizado por apresentar uma solução lucrativa para acabar como o problema de lixo e materiais descartados em geral, bio degradáveis ou não, orgânicos ou minerais, gases C02 e metano, entre outros. |
A presente invenção refere-se a um processo de solidificação de poluentes em geral (lixo doméstico, pneus, vidros, entulhos, madeiras, fumaças, gases e outros), com o aproveitamento total dos mesmos que, fundidos em blocos (ecoblocos), tem aplicações diversas ( construções, muros de contenções, paredes, pavimentações, diques de contenções de erosões, etc.),eliminando o problema causado pelos mesmo, em caráter definitivo.
Diversas patentes e técnicas existem no sentido de capturar ou reter os gases de efeito estufa, e também de determinados poluentes e descartados, não atendendo, porem,, a abrangência do problema, que é a captura e retenção dos GEE, preservação do meio ambiente, subsolo e lençol freático, com o consequente reaproveitamento total dos poluentes, de forma definitiva.
A técnica descrita neste documento, permite a realização de um processo completo de eliminação do lixo e afins, reciclando de imediato, todo o tipo de material de forma definitiva e com a aplicação e comercio dos ecoblocos garantida,
Os desenhos são meramente ilustrativos, sem escalas, dados técnicos, tipo de materiais, resistências e outros, considerando que para tal finalidade, haverá a necessidade de quantificar o material a ser processado.
Basicamente, o capturador de gases, constitui-se de um tubo.por onde a fumaça é aspirada, ou os gases, bombardeada e misturada à vapor de água (para agregação dos gases e poluentes aéreos), condensada e levada à um tanque onde, através de aletas que formam sifões, é misturada e novamente condensada em uma solução de água e cal à 7%, ficando os gases e poluentes em suspensão nos sifões, combinados com o liquido ou depositados por sedimentação, no fundo do tanque. Todo este material é então misturado à cimento, cal, barro, areia ou outros áridos, formanda uma argamassa que será levada à formas para o endurecimento (forja) dos ecoblocos.
Estas formas são confeccionadas em diversos tipos de materiais, desmontáveis ou não e com tamanhos personalizados.
O cal é o aditivo indispensável neste processo, pelas suas qualidades aglomerantes, regulador de ph, dessulfurante, regenerador de soda cáustica, separador de compostos orgânicos, esterilizador, age em sais metálicos,é plastificante, retentor de água e agregados à ela, neutralizador de acidez, cimentante, desinfetante, retentor de C02 e SO, entre outros. Em chaminés, a fumaça é desviada e aspirada pelo circuito descrito, conforme fig 01. o gerador de vapor 1 (que poderá ser uma caldeira, serpentina ou outro recipiente que tenha resistência ao fogo e pressão para formar vapor) forma o vapor que irá através do tubo 2 (isolado termicamente para evitar a condensação) aos dispersores (3), os quais injetam o vapor no tubo misturador 4, que se mistura à fumaça, indo para o condensador de ar 5 (formado por pequenos orifícios para a entrada do ara externo que provocará resfriamento e pré condensação) e finalmente no tanque com a solução. Condensadores comuns, á água apresentam melhor desempenho, principalmente se nele instalados tiverem torres de resfriamento.
Esta mistura, aspirada para o tanque de deposito, que contem água e cal, se processa, conf. fig. 02, onde 1 é a entrada dos gases, 2 a aspiração, 3 é a tampa do tanque (que deverá ser hermética para uma boa aspiração) o nível da solução é controlada pelo dreno 5. os sifões 6 e os retentores ^ 7, são responsáveis pela mistura e retenção dos poluentes.
A mistura chega ao deposito onde as aletas 6 e 7 separam os elementos leves, e continuam a condensar e capturar os poluentes do material aspirado, aumentando o volume da linha de liquido 4 que é drenada pelo dreno 5, ficando no interior do tanque os resíduos poluentes, nas aletas 7 e 6, misturadas ou sedimentadas.
A tampa 3 é removida, juntamente com as aletas, para a retirada do material que será solidificado.
Para não interromper o processamento enquanto é feita a remoção dos materiais dos tanques, a aspiração é desviada para outro sistema de captura paralelo, através de derivações nos tubos de aspiração 6 e 15 da fig. 01
O sistema de captura (tanques) deverá estar herméticamente fechados para boa aspiração e captura dos gases, o que se obtém com canaletas de borracha para as palhetas e borracha esponjosa nas tampas.
Para evitar o aumento de nível de liquido do tanque de captura, é instalado um dreno de nível fig. 02 - 5, cujo funcionamento é melhor descrito na fig. 03, onde se apresenta o deposito de dreno 8, o qual enviará ao gerador de vapor da fig. 01.1, através da bomba d'água da fig. 03.1, pelos tubos 2 e 3 à câmara 4 da bóia de mercúrio, de onde foi acionada a bomba. O tubo 6 é em declive para evitar que a pressão gerada pelo vapor retorne o liquido para o tanque, e também é instalada uma válvula de retenção no tubo 3, para esta finalidade (7).
Também no deposito, há uma bóia de mercúrio 9, que aciona uma válvula solenóide 10, para a entrada de água externa Finalizando, temos o exaustor da fig. 01.16, dimensionado a ter capacidade suficiente para aspirar os gases ou fumaça pelo circuito demonstrado.
A captura dos gases oriundos de motores a explosão, obedece ao 1 mesmo processo, utilizando- se como fonte de calor para a gaseificação, a descarga^ia qual serão feitos orifícios por onde será injetada água, que com o calor, gaseificar-se-á, misturando-se aos gases, os quais, na saída da descarga, deverão serem condensados, com um resfriados à ar, e retidos em deposito no próprio condensador anexado.
Outras fontes geradores de gás metano e C02, que poderão serem processadas, provem de animais, estações de tratamento de esgoto, processadores de materiais que emitem GEE, e outras áreas, onde poderá ser instalada uma coifa, feita de plástico comum, ligada à um tubo de aspiração que vai diretamente ao tanque para ser misturado e retido os poluentes, não havendo necessidade do vapor. Porém indispensável é a monitoração do nível (fig. 02), pois no caso da falta de liquido, o processamento não acontece. Caso o tanque esteja em local aberto, sob o sol, haverá a necessidade de uma bóia que acionará uma bomba d'água no caso da baixa de nível da solução.
Em locais onde não há energia elétrica, o problema com o funcionamento da bomba e exaustor poderá ser resolvido com o uso adaptado de motores pneumáticos (ar comprimido) onde o ar comprimido viria do vapor produzido por combustão bio gás ou a fonte geradora da fumaça (fogo)
A mistura, utilizada para argamassa, com adição de cal, cimento, barro ou areia,após endurecida, reterá os poluentes capturados. Podendo esta mistura ser aditivada com outros agentes ou reagentes, de acordo com a finalidade a ser aplicada.
Em sanitários também há uma forte geração de GEE. Além do inconveniente dos maus odores exalados onde também a captura é possível., através de um coletor geral (em casos de diversos banheiros) que seriam aspirados conforme acima.descrito.
Haverá, para tanto, a necessidade da invenção de um novo modelo de vaso sanitário (fig. 11) no qual será feito outro orifício, lateral ao da descarga, para o arejamento do vaso. Tal saída, vai diretamente para um coletor geral à este fim destinado, e processado.
Outra alternativa, é a invenção que se apresenta, que nada mais é que a adaptação de um T e uma curva na saída da descarga (fig. 11,4), instalação esta que não interfere na função da descarga, é mais barata e já existem as peças prontas. Anexados ao coletor central para gases de banheiro, teriam o mesmo processamento de outros resíduos. Os dutos de ventilação em prédios, emitem também C02 e gás metano, os quais poderão serem capturados com o mesmo processo.
Esta invenção resolverá muitos problemas de prédios sem arejamento nos sanitários, em sanitários públicos e outros, onde, pelo pouco volume de gás metano e C02 gerado pode ser capturado através de equipamento de dimensões reduzidas, onde, compactados, se encontra o tanque de retenção dos gases e o exaustor; na fíg. 12, o projeto, temos uma projeção do invento onde detalhe 1 mostra a entrada do ar a ser filtrado na solução de água e cal a 7% (outras químicas e misturas poderão serem utilizadas, sendo esta apresentada pela facilidade de aquisição, manuseio e preço), e cuja solução química será utilizada para fazer a argamassa, onde ficarão retidos os poluentes.
Para a boa assimilação dos poluentes aéreos, as palhetas 1-0 serão providas de rasgos, (tipo pente, onde ficarão retidos os poluentes), que ficarão submersos na solução, enquanto as palhetas retentoras terão espaço superior aberto, onde será retido os poluentes eni, flutuação, sem impedir a passagem do ar aspirado pelo exaustor. As aletas 10 e 11 são fixadas na parte superior do filtro, e as bordas submergíveis serão lateralmente munidas de uma borracha ou outro material, que ofereça vedação à passagem do ar aspirado, o qual deverá fluir somente entre os pentes.
O detalhe 12 mostra que a união entre as parte do filtro (7) deve também ser isolado hermeticamente com borracha ou similar. Mediante simples encaixe, a parte superior do filtro encaixa no deposito que estará cheio da solução de captura dos gases.Para que o nível da solução não diminua com a evaporação, anulando o processo de filtragem, um depósito de água (reserva) 4 , é instalado, com a entrada 3 para o enchimento do mesmo, que estará unido com mangueira ou tubo na bóia de controle de nível do tanque. Esta bóia terá um interruptor de curso pára, no caso da evaporação do liquido no tanque, desligar o exaustor e acionar um alarme (tipo 1,99) alertando a falta da solução.
No mesmo circuito temos um interruptor geral para ligar/desligar o filtro,e leds indicando carga ou paralisado por falta de solução no tanque.(13)
O material do filtro poderá ser metal não oxidável ou tipo de plástico,sendo este ultimo mais recomendado. Na entrada 1 as opções poderão serem feitas entre somente colocar uma tela de proteção para que o filtro funcione no ambiente, instalar um tubo perfurado e colocá-lo como coluna, para que o processo seja mais abrangente, ou instalar uma conexão entre o filtro e à tubulação de aspiração de poluentes.
Concreto celular, de amplas aplicações na construção civil, foi a inspiração para os ecoblocos. São geralmente fabricados com ar comprimido, flocos de isopor, alumínio em, pó e outros materiais que dão porosidade, isolamento termoacustico e leveza ao produto.
Isto considerado, o ecobloco nada mais é que um concreto celular modificado, com componentes variados, onde a resistência dos mesmos tem que ser observadas.
Materiais não recicláveis e não biodegradáveis, triturados, são os aditivos para os ecoblocos (vidros; espelhos, lâmpadas, cerâmica, tubos de TV, etc), bem como borracha triturada de pneus inutilizados. Praticamente todo material, orgânico ou não, com ou sem química, poderá ser solidificado nos ecoblocos, em uma mistura de 50%
Madeiras também, moídas ou trituradas servem para a composição da argamassa, devendo-se neste caso, deixá-la de molho antes de misturar na argamassa para evitar a dilatação da mesma enquanto a argamassa seca.
Além das diversas aplicações dos ecoblocos, e formas adquiridas, importante é citar uma forma inédita, agora apresentada, que é a placa de ecobloco celular armada (fig. 10) (1 corte, 2 tela e 3 perspectiva), onde uma tela de ferro, própria a este fim (tela de estuque) ou outra malha ou tela de arame, dará a resistência à placa, possibilitando com isto, dar uma espessura menor às placas, mais resistência e maiores dimensões que ás existentes comercialmente.
Isopor triturado, vindo de embalagens diversas, colocados em argamassa composta por cimento, areia e a água retentora de poluentes capturados, fundidas em formas com tamanho até de 3metros em uma espessura de apròx. 3 cm, com a utilização da tela de arame, resulta em um painel que servirá para fazer divisórias, paredes e diversas outras aplicações, onde se necessite de um trabalho rápido, com proteção termoacustica, leve e prático.
Tais placas também poderão serem feitas de materiais comuns, onde o concreto celular, obtido com meios comuns, é fundido em formas com a tela de arame, obtendo-se as vantagens acima descritas.
As limalhas de alumínio provenientes da serragem deste material em fabricas de esquadrias, também são um aditivo importante para fazer o concreto celular, reciclando estas sobras. O cimento dissolve o alumínio, que se transforma em gás, criando bolhas dentro da argamassa, apresentando um resultado final dentro do que se exige do concreto celular, aliado a resistência da armação agora descrita.
As mesmas placas poderão serem também feitas com a adição de borracha flocadas de pneus, ficando porém mais pesadas.
O ecobloco poderá ser utilizado em contenções de encostas e diques para conter erosões, muros de extremas, contra pisos, paredes de construções em geral, fundações e diversas outras aplicações. E lucrativo pois a matéria prima é paga para ser processada, os ecoblocos são vendidos e a lucratividade com a negociações dos créditos carbonos é garantida.
Para o lixo domestico temos um processador o qual trata-se de uma máquina para abrir as sacolas de lixo, pré triturar o material, separar os materiais leves dos pesados e capturar e reter poluentes diversos. O processo inicia-se em uma esteira para alimentação (fig. 05.1), móvel em sentidos laterais, que leva o lixo através do coletor 2 para o rolo triturador 3, que girando, leva o lixo à face complementar do triturador (4) onde sacos e seu conteúdo são moídos. Esta face processadora é móvel (5) para evitar o travamento no caso de ser colocado no lixo, material solido muito duro e com dimensões maiores que o espaço de trituração (pedras, madeiras, etc).ou seja, serve para o triturador se ajustar ao material nele colocado.
A fig 5 a demonstra o eixo processador com mais detalhes,onde 1 é o motor que é acoplado ao processador com sistema de embreagem para evitar quebra do conjunto no caso de travamento por excesso de materiais muito duros colocados no processador (sistemas com correias ou coroa-pinhão, também funcionam). O detalhe 3 refere-se a rolamentos ou mancais. 4 é o rolo processador que apresenta a disposição das pontas em caracol para que o lixo seja levado para a frente, continuando a trituração, mistura na solução de água-cal que trata, mistura, separa e lava o lixo. A bandeja 10, em desnível, acumula os materiais pesados que chegando no final se depositam no fundo do tanque, enquanto os leves são retirados pelo pente 5, através da bandeja 7 para uma esteira de seleção, triturador complementar ou para recipientes de transportes.
O conjunto processador é deslizante,montados em chassi 9, que se desliza através de rolamentos8 sobre o tanque do processador.
Na fig. 6, mais detalhes do processador, atentando para a forma das pontas trituradoras, que podem serem substituíveis (parafusadas) ou fixas (soldadas). O pente deve ter leve curvatura inversa ao trabalho para evitar que à ele se prendam os materiais expurgados.
Na fig. 7 outros detalhes do triturador destacado a parte auxiliar do triturador, observando-se que a mesma tem o mesmo tamanho do cilindro e é oscilante, onde o contrapeso dará a pressão ao trabalho. Detalhes 5,6 e 7 mostram a placa com as pontas e detalhés das mesmas, que poderão serem fixas ou substituíveis.
Na fig; 8, detalhes do pente 1 que expulsa os materiais flutuantes pela bahdeja2. o detalhe 3 é o tanque do processador.
A FIG 09 mostra o tanque do processador no quál 1 é o tanque onde é colocada a sblução de água e cal (7%) ao nível de 1/3 do cilindro triturador. O trilho 2 serve para deslocar o conjunto triturador quando o lixo pesado estiver muitb acumulado. A caçamba 4, com rolamentos 3, para deslizar é puxada pelo cabo 8 através do guincho 6 ( manual ou elétrico), até a descarga 8, onde os sólidos pesados são retidos e a lama escorre pelo declive 9 ao misturador de argamassa 10. Q material retido 8 pode ser separado para reciclagem, seleção ou simplesmente misturado à argamassa para a fabricação dos ecoblocos.
A solução liquida no interior do processador deverá ser sempre nivelada, útilizando-se para isto o processo de drenagem, e alimentador de água já descritos.
As maquinas trituradoras de plástico, madeira, áridos de construções, isopor, e outras já existem, não cabendo aqui nenhum projeto dás mesmas, â não ser sua utilização para o preparo dos materiais que tem que serem moídos para a confecção do ecoblocos.
Next Patent: ARRANGEMENT FOR BICYCLE WITH COMBINED MOVEMENT
