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Title:
COVERING FOR PROTECTION AGAINST THE RAIN DURING THE LOADING OF BULK MATERIALS ONTO SHIPS
Document Type and Number:
WIPO Patent Application WO/2019/046920
Kind Code:
A1
Abstract:
The present invention patent relates to a covering for protecting bulk materials being loaded onto ships from the rain, and is used in bulk pOrts that use shiploaders to load moisture-sensitive solid bulk materials onto ships, in order to protect the load against the penetration of rain water during loading, thus avoiding interruptions to operations, by means of a covering formed by a main structure (EB), a central assembly (CC) and two lateral canvas assemblies (CLL), achieving the advantages of low cost, fast installation, easy maintenance, easy operation, fast withdrawal, safety, environmental protection, stability in the event of winds, reliable sealing, conformity with on-board standards, use of materials that withstand the sea environment, light weight, simplicity and convenience.

Inventors:
MONTEIRO, Carlos Alberto (Xavier da Silva 88, -620 Paranaguá, 83203-620, BR)
Application Number:
BR2018/050322
Publication Date:
March 14, 2019
Filing Date:
September 05, 2018
Export Citation:
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Assignee:
INTELIGATE TECNOLOGIAS DE ACESSO LTDA (Avenida São Gabriel, 481, -000 Colombo, 83404-000, BR)
LS INDÚSTRIA METALÚRGICA LTDA ME (Rua Xavier da Silva 90, -620 Paranaguá, 83203-620, BR)
CLL PARTICIPAÇÕES LTDA (Padre José Kentenich, 179 casa 08, -342 Curitiba, 81210-342, BR)
CT PARTICIPAÇÕES LTDA (Padre José Kentenich, 179 casa 08, -342 Curitiba, 81210-342, BR)
KICHISE, Andréia Hitomi (Morretes, 184 apto 81, -150 Curitiba, 80610-150, BR)
PERNA, Lucas Tavares (Belém, 61 apto 104, -170 Curitiba, 80035-170, BR)
International Classes:
B63B17/02; B60R11/02; B63B19/14
Foreign References:
BRMU9102972U22013-10-15
BRMU9103011U22013-12-17
BR202012015291U22015-10-13
BRPI0500639A2006-10-17
BRP10603000A
CA2699009A12010-10-07
Attorney, Agent or Firm:
SILVA, Eduardo Pereira Da (Rua Almirante Tamandaré, 925Alto da XV, -170 Curitiba, 80045-170, BR)
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Claims:
REIVINDICAÇÕES

1. "COBERTURA PARA PROTEÇÃO CONTRA CHUVA NO CARREGAMENTO DE GRANÉIS EM NAVIOS", caracterizado por, estrutura base (EB) composta por: duas bases para o conjunto de lonas laterais (BCLL) com seção de formato de "I"; trilhos para o conjunto central (TCC) com mesmo comprimento do conjunto (BCLL) e unido a ele, com seção de formato de "T" por onde corre o conjunto central (CC) e com reforços (TCC-1); bases para redutores (BR) de formato prismático quadrangular e fixados no conjunto (BCLL); duas laterais de fechamentos de extremidade (CE) com seção de formato de "L", com largura acima da largura da lança do shiploader" (LPS); mancais para suporte do tubo de extremidade do conjunto central (MC) de formato retangular com duas arestas arredondadas com orifício central, posicionado em cada uma das extremidades e para suporte dos rolos externos da lona central (CC-2- A), com olhais de fixação (EB-1) fixados no conjunto (BCLL); e cabos de aço para içamento (CAI) ligando o equipamento a lança postiça do "shiploader "(LPS); conjunto central (CC) composto por uma estrutura metálica (CC-1) de formato retangular composto por duas transversinas (CC-l-A), duas longarinas (CC-l-B), um anel central (CC-l-C) de formato cilíndrico e quatro mancais (CC-1 -D) em formato de "U" com suporte lateral para eixo (CC-l-D-1) de formato retangular com orifício na ponta em cada extremidade, e dois suportes (CC-l-E) inferiores em formato retangular com duplas de pinos (CC-l-F) fixados em suas laterais; duas lonas centrais (CC-2), sendo cada conjunto de lona central composto por: dois rolos da lona central (CC-2- A), um interno e um externo, ambos com mesmo comprimento das laterais de fechamentos de extremidade (CE); quatro eixos (CC-2-B) de formato cilíndrico fixados nas tampas laterais dos rolos interno e externo da lona central (CC-2-A), sendo o rolo interno apoiado nos mancais (CC-l-D) e o rolo externo apoiado nos mancais (MC); duas lonas centrais (CC-2-C) fabricada em PVC antichamas ou outro material equivalente, com comprimento da estrutura base (EB) menos o comprimento da estrutura metálica (CC-1); cintas de reforço (CC-2-D) de nylon ou material equivalente, com formato retangular; duas cintas magnéticas (CC-2-E) acionadas eletronicamente de forma remota e posicionadas nas laterais das lonas (CC-2-C); dois redutores (CC-3) acionado por ar comprimido e conectados os eixos (CC-2-B); duas tampas do conjunto central (CC-4) de formato de "U" invertido e fabricada em alumínio, ou outro material resistente ao ambiente portuário, com mesmo comprimento do rolo (CC-2- A); tubulão (CC-5) de formato cilíndrico sanfonado e fabricado em lona; roletes (CC-6) de formato cilíndrico encaixados nos pinos (CC-l-F), possibilitando que o conjunto central (CC) corra sobre os trilhos (TCC) da estrutura base (EB); e dois conjuntos de eixo direcionador de lona (CC-7) constituído de eixo (CC-7-A) de formato cilíndrico e roletes (CC-7-B) de formato cilíndrico com furo passante; e conjunto de lonas laterais (CLL) composta cada uma por: uma lona lateral (CLL- 1) em PVC antichamas ou outro material equivalente com manta magnética embutida nas extremidades; com rolo (CLL-1 - A) de formato cilíndrico com pontas cónicas em chapas de alumínio ou em outro material resistente ao ambiente portuário que são calandradas e soldadas, com mesmo comprimento da estrutura base (EB), servindo para o enrolamento da lona lateral (CLL-1), com dois eixos (CLL-l-B) de formato cilíndrico fixados nas tampas laterais do rolo (CLL-l-A) e apoiado sobre os mancais laterais da lona lateral (CLL-2), com cintas (CLL-l-C) do mesmo material da lona de formato retangular, e com tiras magnéticas (CLL-1 -D) acionadas eletronicamente de forma remota e embutida entorno de todo o perímetro das lonas; dois mancais da lona lateral (CLL-2) em alumínio fundido ou em outro material resistente ao ambiente portuário, com um "semi-anel" de bronze ou outro material resistente ao ambiente portuário e soldado nos mesmos, e ainda os mancais da lona lateral (CLL-2) são fixados em cada ponta da base do conjunto de lona lateral (BCLL); um par de redutores (CLL-3) acionado por ar comprimido e fixados nas bases dos redutores (BR) e conectado a ponta do eixo central (CLL-l-B) através de correia ou correntes; e uma tampa do conjunto lateral (CLL-4) de formato de "U" invertido em alumínio, ou outro material resistente ao ambiente portuário, com fechamentos laterais e com mesmo comprimento do rolo (CLL-l-A).

2. "COBERTURA PARA PROTEÇÃO CONTRA CHUVA NO CARREGAMENTO DE GRANÉIS EM NAVIOS", de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por, as duas bases para o conjunto de lonas laterais (BCLL) com no mínimo 6 metros (3 metros de cada lado) mais a largura da boca do porão.

3. "COBERTURA PARA PROTEÇÃO CONTRA CHUVA NO CARREGAMENTO DE GRANÉIS EM NAVIOS", de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por, as cintas de reforço (CC-2-D) tendo sua medida o dobro do comprimento das lonas centrais (CC-2-C).

4. "PROCESSO DE INSTALAÇÃO DE COBERTURA PARA PROTEÇÃO CONTRA CHUVA NO CARREGAMENTO DE GRANÉIS EM NAVIOS", de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por, instalação na seguinte sequência:

aa) Posiciona-se logo abaixo da estrutura da lança do "shiploader " (LPS) através de barcaças, para que os cabos de aço para içamento (CAI) sejam conectados à estrutura da lança do "shiploader" (SL); e

ab) Os cabos de içamentos (CAI) deverão ser fixados aos quatro parafusos olhais (EB-1) em cada uma das extremidades da base para conjunto de lona lateral (BCLL), toda a instalação de ar comprimido que movimentará os redutores (CLL-3) e (CC-3), deverá estar totalmente instalada, sendo necessária apenas o acoplamento das mangueiras que vem do "shiploader " com as mangueiras do equipamento.

5. "PROCESSO DE OPERAÇÃO DE COBERTURA PARA PROTEÇÃO CONTRA CHUVA NO CARREGAMENTO DE GRANÉIS EM NAVIOS", de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por, operação na seguinte sequência:

ba) No início do processo, o "shiploader " estará em posição de repouso, ou seja, com o braço do mesmo na posição vertical, a cobertura protetora de carga de navios estará com os cabos de içamento (CAI) recolhidos e o equipamento deverá estar travado junto ao "shiploader" através de um engate e com as lonas totalmente recolhidas;

bb) Com o navio devidamente alocado no berço de atracação do cais do porto, o braço do "shiploader" irá descer, ficando em uma posição de 12° (doze graus) em relação ao convés do navio, o engate que mantém o equipamento fixado ao braço do "shiploader" liberará o engate do equipamento, ficando o equipamento içado através dos cabos (CAI);

bc) Controlados por sensores de posição (SP), os cabos (CAI) serão liberados para que o equipamento fique na posição paralela ao convés do navio e a uma distância segura do diamante de vedação das tampas do porão (TP);

bd) O ajuste da altura e do alinhamento do equipamento será realizado através de sensores de posição (SP), portanto, se o navio se mexer, seja devido ao movimento da maré, seja pelo aumento do peso, ou mesmo pela alteração do ângulo de carregamento da lança do "shiploader ", o equipamento sempre estará paralelo ao convés do navio e a uma distância segura do diamante de vedação das tampas do porão (TP) do navio;

be) Com o equipamento devidamente alocado, paralelamente ao convés do navio, e com as tampas do porão (TP) ainda fechadas, a estrutura inteira do "shiploader" movimentar-se-á lateralmente até uma das laterais da boca do porão para que seja feito o travamento da extremidade de uma das lonas laterais (CLL-1), este travamento dar-se-á através de caixas magnéticas (CM) que serão fixadas manualmente ao convés do navio, com o acionamento dos redutores (CLL-3), o equipamento segue desenrolando a lona (CLL-1) até a extremidade oposta para realizar o mesmo procedimento, retornando à sua posição inicial, ficando centralizada à boca do porão, o rolo interno da lona central trabalha em conjunto com o rolo externo da lona central, sendo que neste momento o rolo interno da lona central irá desenrolar a lona central, no mesmo tempo em que rolo externo da lona central irá recolher as fitas, após as fitas serem recolhidas, a lona ocupa o espaço destas, tampando todo o vão entre os dois lados do equipamento; bf) Agora as tampas do porão (TP) poderão ser abertas para que as tiras magnéticas (CLL-l-D) das lonas laterais (CLL-1) sejam acionadas eletronicamente, a fim de se evitar a infiltração de água para dentro do porão do navio;

bg) O equipamento, neste momento, já estará pronto para o carregamento, possibilitando o movimento do "shiploader" para os lados e da bica para frente e para trás, de modo a promover uma melhor distribuição da carga no porão do navio, toda essa movimentação do equipamento ocorre devido ao completo sistema de acionamento do conjunto de sensores (SP), redutores (CLL-3) e (CC-3) e rolos de lonas (CLL-1) e (CC-2-A), permitindo que a lança do "shiploader " mude sua angulação e/ou que o navio se movimente em função da maré e/ou do próprio carregamento, que todo esse sistema fará automaticamente as correções necessárias da altura do equipamento, a fim de mantê-lo sempre paralelo ao convés do navio; e

bh) Concluído o carregamento do navio, as tiras magnéticas (CLL-l-D) serão desligadas eletronicamente e as tampas do porão (TP) poderão ser fechadas, possibilitando a desativação manual das caixas magnéticas (CM), com este procedimento encerrado, as lonas laterais (CLL-1) e as lonas centrais (CC-2) poderão ser recolhidas e, posteriormente, com o acionamento dos cabos (CAI), o equipamento poderá ser todo recolhido e travado da lança do "shiploader ", podendo voltar a sua posição de repouso para estar apto novamente a um novo carregamento.

6. "COBERTURA PARA PROTEÇÃO CONTRA CHUVA NO

CARREGAMENTO DE GRANÉIS EM NAVIOS", caracterizado por, alternativamente, parte central (PC) composta por uma chapa (PC-1) de formato quadrado em alumínio ou em outro material resistente ao ambiente portuário, com um furo (PC-l-A) central e com conjunto de carrinhos de roletes (PC-l-B) com quatro e com dois roletes e fixado na chapa; uma lona (PC-2) circular sanfonada de mesmo diâmetro, fabricada em PVC ou outro material antichamas, que será encaixada tanto na chapa (PC- 1) quanto na estrutura treliçada (ET) da lança do shiploader (SL), através de anéis de fixação (PC-3) metálicos e envolvente da bica do shiploader (SL); três pares de conjuntos de lonas: o conjunto de uma das duas lonas laterais (LL), o conjunto de uma das duas lonas centrais (LC) e o conjunto de uma das quatro lonas da extremidade (LE), complementada por uma parte central (PC), onde o conjunto de uma das duas lonas laterais (LL) é composta cada uma por uma caixa da lona lateral (LL-1) com abertura lateral superior, dotada de aba (LL-l-A) e fabricada em alumínio ou em outro material resistente ao ambiente portuário, envolvente e serve de suporte a todo o conjunto da lona lateral (LL) e tendo próximo a cada uma das extremidades da caixa, um orifício (LL-l-B) onde está fixado um parafuso olhai (LL-l-C), para acoplar os cabos para o içamento (Cl) do equipamento; um rolo da lona lateral (LL-2) de formato cilíndrico, onde o eixo central (LL-2-E) está apoiado sobre os mancais laterais da lona lateral (LL-2- A), fabricado em chapas de alumínio ou em outro material resistente ao ambiente portuário, calandradas e soldadas servindo para o enrolamento da lona lateral (LL-3), com dois mancais da lona lateral (LL-2-A) fabricados em alumínio fundido ou em outro material resistente ao ambiente portuário, com um "meio anel" de bronze ou outro material resistente ao ambiente portuário, soldado neste e fixados em cada ponta da caixa da lona lateral (LL-1), cinco apoios para o rolo (LL-2-B) e cada apoio formado por uma base (LL-2-B-1) em formato especial fabricado em metal ou em outro material resistente ao ambiente portuário que sustenta um conjunto de pequenos roletes (LL-2-B-2), fabricados em nylon ou outro material equivalente, um par de redutores (LL-2-C), suportes internos (LL-2-D) de formato especial e soldado no costado interno do rolo (LL-2) e um eixo central (LL-2-E) de formato cilíndrico, soldado à tampa lateral do rolo (LL-2) e a extremidade externa ligada ao redutor (LL-2-C), fabricados em aço ou em outro material resistente ao ambiente portuário; e uma lona lateral (LL-3) fabricada em PVC antichamas ou outro material equivalente com manta magnética embutida nas extremidades e com cintas (LL-3-A) do mesmo material; conjunto de uma das duas lonas centrais (LC) composta cada uma por uma caixa da lona central (LC-1) com abertura lateral inferior e fabricada em alumínio ou em outro material resistente ao ambiente portuário envolvente e serve de suporte a todo o conjunto da lona central (LC); um rolo da lona central (LC-2) de formato cilíndrico, fabricado em chapas de alumínio ou em outro material resistente ao ambiente portuário que são calandradas e soldadas e servindo para o enrolamento da lona central (LC-3); com dois mancais da lona central (LC-2-A) fabricados em alumínio ou em outro material resistente ao ambiente portuário fundido com um "meio anel" de bronze soldadas, fixados em cada ponta da caixa da lona central (LC-1); um par de redutores LC-2-C); um suporte interno (LC-2-B) de formato especial e soldado no costado interno do rolo (LC-2) e um eixo central (LC-2-D) de formato cilíndrico, soldado à tampa lateral do rolo e com a extremidade externa ligada ao redutor (LC-2-C), fabricados em aço ou em outro material resistente ao ambiente portuário e apoiado sobre os mancais laterais da lona central (LC-2- A), e uma lona central (LC-3) fabricada em PVC antichamas ou outro material equivalente com manta magnética embutida nas extremidades, e com cintas (LC-3-A) do mesmo material; e conjunto de uma das quatro lonas da extremidade (LE) composta cada uma por uma caixa da lona da extremidade (LE-1) com abertura lateral inferior e fabricada em alumínio ou em outro material resistente ao ambiente portuário, envolvente e serve de suporte a todo o conjunto da lona da extremidade (LE), um rolo da lona da extremidade (LE-2) de formato cilíndrico, fabricado em chapas de alumínio ou em outro material resistente ao ambiente portuário que são calandradas e soldadas, com dois mancais da lona de extremidade (LE-2- A) fabricados em alumínio ou em outro material resistente ao ambiente portuário fundido com um "meio anel" de bronze soldadas, os mancais da lona da extremidade (LE-2- A) fixados em cada ponta da caixa da lona de extremidade (LE-1); um par de redutores (LE-2-B; um eixo central (LE-2-C) de formato cilíndrico, soldado à tampa lateral do rolo e a extremidade externa ligada ao redutor (LE-2-B), fabricados em aço ou em outro material resistente ao ambiente e apoiado sobre os mancais laterais da lona da extremidade (LE-2-A); e uma lona da extremidade (LE-3) fabricada em PVC antichamas ou outro material equivalente com manta magnética embutida nas extremidades e com cintas (LE-3-A) do mesmo material; e parte de controle constituída por quatro cabos de içamentos (Cl) fixados aos parafusos olhais (LL-l-B), localizados em cada uma das extremidades do conjunto de par de lonas laterais (LL), e à motores.

7. "PROCESSO DE MONTAGEM DE COBERTURA PARA

PROTEÇÃO CONTRA CHUVA NO CARREGAMENTO DE GRANÉIS EM NAVIOS", de acordo com a reivindicação 6, caracterizado por, montagem na seguinte sequência:

A) do conjunto de lona lateral (LL) na seguinte sequência:

Aa) Os cinco apoios do rolo (LL-2-B) são soldados ao interior da caixa (LL-1), para posteriormente receber o rolo (LL-2);

Ab) Em seguida, cada um dos mancais da lona lateral (LL-2- A) é soldado à caixa (LL-1) em cada uma das extremidades, para receber o rolo (LL-2);

Ac) Em cada uma dessas extremidades é instalado um dos redutores (LL-

2-C); e

Ad) Para finalizar a montagem deste conjunto, a lona lateral (LL-3) é devidamente envolvida ao rolo (LL-2);

B) Montagem do conjunto de lona lateral (LC) na seguinte sequência: Ba) Cada um dos dois mancais (LC-2- A) é soldado à caixa (LC-1) em cada uma das extremidades, para receber o rolo (LC-2);

Bb) Em cada uma dessas extremidades deverá ser instalado um redutor

(LC-2-C); e

Bc) Para finalizar a montagem deste conjunto, a lona (LC-3) deverá ser devidamente envolvida ao rolo (LC-2);

C) Montagem do conjunto de lona lateral (LE) na seguinte sequência: Ca) Cada um dos dois mancais (LE-2- A) é soldado à caixa (LE-1) em cada uma das extremidades, para receber o rolo (LE-2);

Cb) Em cada uma dessas extremidades deverá ser instalado um redutor

(LE-2-B); e Cc) Para finalizar a montagem deste conjunto, a lona (LE-3) deverá ser devidamente envolvida ao rolo (LE-2);

D) Após o alinhamento e instalação dos dois conjuntos de lonas laterais (LL) à chapa (PC-1), procede-se a instalação dos dois conjuntos de lonas centrais (LC) em sua face superior, através de parafusos;

E) Os conjuntos de lonas laterais (LL), dispostos paralelamente, recebem a instalação dos dois travamentos na parte interior das extremidades destes e sobre cada um desses dois travamentos são fixados, através de parafusos, os quatro conjuntos de lonas da extremidade (LE), sendo instalados um par em cada extremidade ; e

F) Após a conclusão das montagens do conjunto de lonas laterais (LL), conjunto de lonas centrais (LC), conjunto de lonas da extremidades (LE) e o conjunto da parte central (PC), estes serão unidos e estarão aptos para proceder a instalação deste à lança do shiploader (SL).

8. "PROCESSO DE INSTALAÇÃO DE COBERTURA PARA

PROTEÇÃO CONTRA CHUVA NO CARREGAMENTO DE GRANÉIS EM NAVIOS", de acordo com a reivindicação 6, caracterizado por, instalação na seguinte sequência:

a) Posiciona-se os conjuntos montados logo abaixo da estrutura da lança do shiploader (SL), através de barcaças flutuantes, para que os cabos de içamento sejam conectados à estrutura da lança do shiploader (SL);

b) Os cabos de içamentos (Cl) são fixados aos quatro parafusos olhais (LL- 1-B) em cada uma das extremidades do par de lonas laterais (LL), possibilitando o içamento do equipamento, que estará suspenso abaixo da estrutura da lança do shiploader; e

c) Concluído todo esse processo de instalação do equipamento, este já estará disponível para operação.

9. "PROCESSO DE OPERAÇÃO DE COBERTURA PARA

PROTEÇÃO CONTRA CHUVA NO CARREGAMENTO DE GRANÉIS EM NAVIOS", de acordo com a reivindicação 6, caracterizado por, operação na seguinte sequência:

AA) No início do processo, o shiploader estará em posição de repouso, ou seja, com o braço do mesmo na posição vertical e a cobertura protetora de carga de navios estará com os cabos de içamento (Cl) recolhidos e o equipamento estará travado junto à lança do shiploader (SL) através de um engate e com as lonas totalmente recolhidas;

BB) Com navio devidamente alocado no berço de atracação do cais do porto, a extremidade livre da lança do shiploader (SL) irá descer, ficando em uma posição de 12° a 0o em relação ao convés do navio, o engate que mantém o equipamento fixado à lança do shiploader (SL) liberará o engate do equipamento, ficando içado através dos cabos (Cl), os sensores de posição (SP) manterão o equipamento sempre paralelo ao convés do navio, mantendo uma distância segura do diamante de vedação das tampas do porão (TP) e o controle do nível do equipamento será realizado através dos cabos de içamento (Cl) que serão liberados ou recolhidos, conforme a necessidade, através de um conjunto de redutores (CR), sendo controlados pelos sensores (SP);

CC) O equipamento desce e é posicionado na direção do convés, o ajuste da altura e do alinhamento do equipamento será realizado através de sensores de posição (SP), portanto, se o navio se mexer, seja devido ao movimento da maré, ao aumento do peso devido ao carregamento, ou mesmo pela alteração do ângulo de carregamento da lança do shiploader (SL), o equipamento sempre estará paralelo ao convés do navio e a uma distância segura do diamante de vedação das tampas do shiploader, obtendo ajuste porque os cabos de içamento (Cl) podem trabalhar independentemente, mantendo o equipamento sempre nivelado;

DD) A parte central (PC) movimentar-se-á a frente até uma das laterais da boca do porão para que seja feito o travamento da extremidade de uma das lonas centrais (LC), que é feito pela energização das mantas magnéticas fixadas na extremidade das lonas centrais (LC);

EE) Repete-se a operação anterior para a outra lona central (LC);

FF) A parte central retorna para o centro com as duas lonas centrais abertas e travadas;

GG) Com o equipamento devidamente alocado, paralelamente ao convés do navio, e com as tampas do porão ainda fechadas, a estrutura inteira do shiploader (SL) movimentar-se-á lateralmente até uma das laterais da boca do porão para que seja feito o travamento da extremidade de uma das lonas laterais (LL) e este travamento dar-se-á através de caixas magnéticas (CM) que serão fixadas manualmente à tampa do porão e com o acionamento dos redutores (LL-2-C), o equipamento segue desenrolando a lona (LL) até a extremidade oposta para realizar o mesmo procedimento, retornando à sua posição inicial, ficando centralizada à boca do porão;

HH) Este procedimento de desenrolamento e travamento deve ocorrer para os conjuntos de lonas laterais (LL) até que toda a abertura do porão esteja coberta.

II) Em seguida as tampas do porão poderão ser abertas, os conjuntos de lonas de extremidade (LE) serão anguladas e terão suas lonas abertas seguindo o mesmo procedimento de abertura das lonas laterais (LL), as mantas magnéticas serão imantadas eletronicamente à tampa do porão, a fim de se evitar a infiltração de água para dentro do porão do navio.

JJ) O equipamento, neste momento, já estará pronto para o carregamento, possibilitando o movimento do shiploader para os lados e da bica para frente e/ou para trás, de modo a promover uma melhor distribuição da carga no porão do navio, movimentação do equipamento ocorre devido ao completo sistema de acionamento do conjunto de sensores (SP), redutores (LL-2-C, LC-2-C e LE-2-B) e rolos de lonas (LL, LC, LE), permitindo que a lança do shiploader (LS) mude sua angulação e/ou que o navio se movimente em função da maré e/ou do próprio carregamento, que todo esse sistema fará automaticamente as correções necessárias da altura do equipamento, a fim de mantê-lo sempre paralelo ao convés do navio e a amplitude da angulação da lança do shiploader (LS) durante o carregamento limita-se entre 0 e 12° (zero e doze graus), começando a 12° (doze graus) e terminado em 0o (zero grau) com a evolução do carregamento;

KK) Concluído o carregamento do navio, as mantas magnéticas serão desligadas eletronicamente e as tampas do porão poderão ser fechadas, possibilitando a desativação manual das caixas magnéticas (CM), com este procedimento encerrado, as lonas (LL, LC, LE) poderão ser recolhidas e, posteriormente, com o acionamento dos cabos (Cl), o equipamento poderá ser todo recolhido e travado à lança do shiploader (LS), podendo voltar a sua posição de repouso para estar apto novamente a um novo carregamento.

Description:
COBERTURA PARA PROTEÇÃO CONTRA CHUVA NO

CARREGAMENTO DE GRANÉIS EM NAVIOS

[01] Refere-se a presente patente de invenção a cobertura para proteção contra chuva no carregamento de granéis em navios, aplicado em portos graneleiros que utilizam "shiploaders ", com a finalidade de carregamento em navios com graneis sólidos sensíveis a umidade, tais como grãos, açúcar e fertilizantes, que objetiva a proteção da carga contra a entrada de água de chuva durante o carregamento evitando paradas operacionais considerando o efeito vela, controle de poeiras, limitações das normas de bordo de navio e escorrimento de água da tampa para o porão, através de construtividade mecânica inovadora com sistema de rolos, fixação com mantas magnéticas nas tampas e com bases magnéticas no convés do navio e instalação permanente na estrutura do "shiploader", obteve-se como vantagens, baixo custo, rapidez de instalação, fácil manutenção, fácil operação, rapidez no recolhimento, seguro, ambientalmente correto, estabilidade na ocorrência de ventos, vedação segura, adequado as normas de bordo de navio, uso de materiais resistentes ao ambiente marítimo, leve, simples e prático.

[02] Como é de conhecimento dos meios técnicos ligados à cobertura de cargas em navios, atualmente existe a cobertura denominada "telhadão" que apresenta desvantagens, de não proteger das chuvas laterais e a cobertura denominada "barracão" que apresenta alto custo.

[03] Fazendo-se buscas nos bancos de patentes brasileiro e internacionais, encontramos as seguintes revelações sobre o assunto:

[04] Patente brasileira PI0502185-5- "APERFEIÇOAMENTOS

INTRODUZIDOS EM PROTETOR DE CHUVA PARA CARREGAMENTO DE NAVIOS "Refere-se a Patente de Invenção de Aperfeiçoamentos Introduzidos no objeto da Patente de Invenção PI 0402481 -8 relativo a protetor aplicado no carregamento e descarregamento de grãos ou outros produtos a granel sensíveis a umidade em navios, instalado na estrutura do carregador de produtos ( CP ) ou do descarregador de produtos, dotado de modificações construtivas que permitem melhor construção e funcionamento e mantêm a operação sem interrupção em tempos chuvosos, e construção em material leve e de baixo custo que mantêm a proteção mesmo quando o carregador de produtos ( CP ) ou descarregador de produtos se desloca na vertical ou horizontal ou na elevação ou na baixa das marés e do calado, e com formato compatível ao enquadramento nas aberturas de porões atualmente existentes, trazendo uma solução definitiva aos altos custos de parada operacionais por problemas de chuvas.

[05] Patente brasileira MU 9102972-4- "COBERTURA DE PROTEÇÃO

AMBIENTAL E DE CHUVA, PARA CARREGAMENTOS DE PRODUTOS EM PÓ, GRÃOS OU A GRANEL EM NAVIOS". Refere-se o presente modelo, ao campo técnico de equipamentos utilizados em operações navais e portuárias, mais especificamente a uma cobertura de proteção ambiental e de chuva, para carregamento de produtos em pó, grãos ou a granel em navios, que traz como novidade, uma cobertura transporte e semicilíndrica (1), para os porões de navios, dotada de um carrinho distribuidor (7) com bocal circular de entrada (7 A), que se movimentam nos sentidos proa, popa / bombordo, boreste, e um tubo sanfonado (8) com uma coifa conectora (9) fixadas na ponta do tubo de descarga do "shiploader". O modelo foi desenvolvido preferencialmente para evitar a emissão de poeiras e resíduos no meio ambiente, através do enclausuramento destas partículas no interior do porão. Porém, o equipamento também poderá ser utilizado para as mesmas operações de carregamento em dias de chuva, objetivamente a diminuição do tempo de espera dos navios atracados no porto.

[06] Patente brasileira MU 9103011-0- "COBERTURA DE PROTEÇÃO

AMBIENTAL E DE CHUVA, PARA CARREGAMENTOS DE PRODUTOS EM PÓ, GRÃOS OU A GRANEL EM NAVIOS". Refere-se o presente modelo, ao campo técnico de equipamentos utilizados em operações navais e portuárias, mais especificamente a uma cobertura de proteção ambiental e de chuva, para carregamento de produtos em pó, grãos ou a granel em navios, que traz como novidade, uma cobertura transparente e semicilíndrica (1), para os porões de navios, dotada de um carrinho distribuidor (7) com bocal circular de entrada (7 A), que se movimentam nos sentidos proa, popa / bombordo, boreste, e um tubo sanfonado (8) com uma coifa conectara (9) fixadas na ponta do tubo de descarga do "shiploader". O modelo foi desenvolvido preferencialmente para evitar a emissão de poeiras e resíduos no meio ambiente, através do enclausuramento destas partículas no interior do porão. Porém, o equipamento também poderá ser utilizado para as mesmas operações de carregamento em dias de chuva, objetivando a diminuição do tempo de espera dos navios atracados no porto.

[07] Patente brasileira PI 1106767-5- "DISPOSITIVO DE PROTEÇÃO

CONTRA CHUVA PARA CARREGAMENTO DE MATERIAL A GRANEL EM NAVIO". A presente invenção propõe um dispositivo de proteção contra chuva para carregamento de material a granel em navio, compreendendo um dispositivo receptor e um dispositivo de cobertura, independentes entre si, sendo o dispositivo de cobertura, independente entre si, sendo o dispositivo receptor instalado sobre a escotilha do navio e o dispositivo de cobertura instalado no tubo telescópico do carregador de navio. O dispositivo receptor compreende uma plataforma e uma saia de vedação, fixada ao entorno da plataforma. Ainda, ao menos uma moega dotada de bocal de descarga passante através da plataforma. O dispositivo receptor compreende ainda um meio de cobertura atuante sobre o bocal de admissão da moega, o dispositivo receptor é instalado sobre as tampas da escotilha do navio, ditas tampas em posição parcialmente abertas. O dispositivo de abertura, por sua vez, possui uma área de dispositivo receptor e compreende ao menos um furo de instalação no tubo telescópico do carregador de navio.

[08] Patente brasileira BR202012015291-1- "SISTEMA DE PROTEÇÃO

CONTRA CHUVA PARA COBERTURA DE ESCOLTILHA DE NAVIO". Sendo lona impermeável (L) construída em formato retangular (R) com orifício central (OC) para encaixe vertical, a qual é fixada de forma ajustável pela parte superior junto a extremidade do equipamento de carregamento e descarregamento do navio (N) por meio de ganchos ou garras (G) que se prendem a argolas (O) alocadas em anel ou cinta ajustável de vedação (C), sendo a lona impermeável (L) construída em formato retangular (R) a qual é fixada de forma ajustável pela parte inferior nas suas extremidades inferiores (E) por meio de abraçadeiras ou anéis (O A) fixadas na extremidades da escotilha, de forma que a lona impermeável (L) fixada pela parte superior e inferior possibilita no seu interior a mobilidade de movimentação e direcionamento do bico do equipamento de carregamento ou sugador de descarga do navio (B) para direcionamento e distribuição controlada da carga na parte interna da lona impermeável (L), sendo previsto sob a lona impermeável (L) a incorporação de exaustores (I) para eliminação de gases acumulados no porão do navio (J) e a possibilidade da incorporação sob a lona impermeável (L) de câmera de monitoramento da carga do porão (M), possibilitando a visibilidade da carga.

[09] Patente brasileira PI0500639-2- "PROTETOR DOS PORÕES DE

NAVIOS". Caracterizado como o próprio nome indica, para proteger de forma objetiva e precisa o produto a ser descarregado, ou carregado, em navios, seja ele do tipo que for, o qual estiver armazenado, ou depositado nos compartimentos de carga dos respectivos navios atracados no porto para esta finalidade. Constitui -se em uma estrutura metálico suporte e uma capa de material impermeável, a qual se desloca junto com o tubo de descarga subindo e descendo conforme o controle do operador, via cabos de suspensão, os quais podem enrolar e desenrolar as laterais do mesmo material, protegendo quando necessário contra as intempéries, evitando assim o desperdício do produto, seja pela chuva, ou quaisquer outros tipos de deterioração por agentes externos.

[010] Patente brasileira PI9910043-6- "COBERTURA PARA ESCOTILHA DE

NAVIO". Uma cobertura de escotilha de navio de material laminado impermeável à água e leve cobre a escotilha de um navio para permitir o carregamento de materiais volumosos durante tempo ruim enquanto protege a carga contra danos em potencial ou danos causados por água de chuva ou outros contaminantes. A cobertura de escotilha inclui uma estrutura ou superestrutura abrangendo a parte aberta de uma escotilha de navio. Um material laminado impermeável à água, flexível, leve é esticado sobre a estrutura para impedir que qualquer umidade ou outros contaminantes entrem no porão do navio enquanto a cobertura de navio está no lugar. Uma pluralidade de portas separadamente acessíveis ou aberturas permite uma distribuição homogénea de uma carga particulada ou fluente, tal como potassa ou produtos agrícolas. [011] Patente brasileira PI9808880-7- "BARRACA DE ESCOTILHA PARA

NAVIO". Uma barraca para escotilha de navio de material de folha leve, impermeável à chuva (12) cobre a escotilha de um navio para permitir o carregamento de materiais volumosos durante o tempo rigoroso ao mesmo tempo protegendo a carga de danos potenciais ou sujeira da água da chuva ou outros contaminadores. A coberta de escotilha inclui uma armação ou superestrutura para transpor a parte aberta de uma escotilha de navio. Um material leve, flexível e impermeável à água (12) é esticado sobre a armação para impedir a entrada de umidade ou outros contaminadores no porão do navio enquanto a coberta do navio está no lugar. Uma série de orifícios ou aberturas acessíveis separadamente (70) permitem a distribuição uniforme de uma carga particulada ou fluente, como potassa ou produtos agrícolas.

[012] Patente brasileira PI0402481-8- "PROTETOR DE CHUVA PARA

CARREGAMENTO DE NAVIOS". Refere-se a Patente de Invenção de protetor aplicado no carregamento de grãos ou outros produtos a granel em navios, aplicado sobre o "shiploader", dotado de construtividade com estrutura de sustentação e de levantamento (1), lona (2), cordas (3), prendedores em oito (4) e placas magnetizadas (5) que permite a operação sem interrupção em tempos chuvosos, construído em material leve e de baixo Custo mantêm a proteção mesmo quando o "shiploader" se desloca na vertical ou na horizontal e com formato compatível ao enquadramento nas aberturas de porões atualmente existentes, trazendo uma solução definitiva aos altos custos de parada de navios por problemas de chuvas.

[013] Patente brasileira PI0603000-9- "APERFEIÇOAMENTOS

INTRODUZIDOS EM PROTETOR DE CHUVA PARA CARREGAMENTO DE NAVIOS". Refere-se a presente Patente de Invenção a Aperfeiçoamentos Introduzidos no objeto da Patente de Invenção PI 0402481 -8 e no objeto da Patente de Invenção PI 0502185-5 relativas a protetor aplicado no carregamento ou descarregamento de grãos ou outros produtos a granel sensíveis a umidade em navios, integrado ao "shiploader" de carga ou descarga, dotado de modificações construtivas que permitem independência estrutural do "shiploader", melhor construção e funcionamento, mantendo a operação sem interrupção em tempos chuvosos, construído em material leve e de baixo custo, que mantêm a proteção mesmo quando o "shiploader" se desloca na vertical ou na horizontal ou na elevação ou na baixa das marés e do calado, e com formato compatível ao enquadramento nas aberturas de porões atualmente existentes, trazendo vantagens complementares de não haver necessidade do sistema de compensação de calado, pois a estrutura de sustentação do protetor fica embarcada.

[014] Patente brasileira MU8603020-5- "APERFEIÇOAMENTO NO

PROTETOR DE CHUVA PARA CARREGAMENTO DE GRANÉIS EM NAVIOS". Em particular a partir das patentes de invenção PI 040248 1-8, PI 0502185-5, PI 06003000-9 e PCT BR 2005/000119, descreve a presente patente de invenção a um sistema protetor de chuva integrado ao "shiploader" de descarga de grãos ou produtos perecíveis à umidade, aliados a uma perfeita proteção mecânica e, ter como objetivo a existência de uma estrutura flexível e de não permitir que as capas existentes não se precipitem para dentro do porão em ocasiões de chuvas torrenciais, devido ao peso provocado pelo o volume de água e pela força dos ventos, os movimentos do "shiploader" deverão ser acompanhados pela capa em tecido polimérico reforçado e na retaguarda coberta pela contracapa, confeccionada com o mesmo material da capa, porém mais flexível devido ao franzimento, ou seja, uma peça vincada e junta, sujeito a deformações que são necessárias nas operações de que caracterizam a movimentação dos navios de cargas a granel.

[015] Patente Estadunidense 5662059- Dispositivo para cobrir uma escotilha de navio ou uma abertura de carga semelhante. Um dispositivo para a cobertura de escotilha de um navio por uma calha de carga que pode ser colocada na borda da escotilha, durante a carga e descarga de um recipiente de palete que está ligado a um dispositivo de suspensão de carga. A calha de carregamento pode ser automaticamente aberta e fechada como uma função da posição do recipiente de palete. A abertura superior da calha pode ser coberta, quando o contentor para palete protegido-chuva está no veio de carregamento ou abaixo dela, por um escudo de guarda-chuva, que está disposta no aparelho de suspensão de carga acima do recipiente de palete. Um portão de rolamento em uma posição de extremidade fecha a abertura de carregamento e depois de cobrir a abertura da parte superior da calha de carga pelo dispositivo de proteção, podem ser movidos para outra posição final, que foge da abertura de carregamento. Os movimentos de abertura e fecho da porta de rolamento são controlados por transmissores sem contato, que detectam a posição do contentor para o palete na calha.

[016] Patente Estadunidense 20130317677-SISTEMA DE PROTEÇÃO PARA

CARGA DE NAVIO. Sistema de proteção para o carregamento do navio munido de um dispositivo de cobertura que compreende uma cobertura adaptável universal, um dispositivo de acoplamento e de operação que compreende uma estrutura em anel que aloja os elementos necessários para a operação do sistema de proteção, tais como o dispositivo de fixação, trator montagem responsáveis pela manipulação, baixando e colapso da cobertura de proteção e de seu sistema de monitoramento da carga, que, juntos, permitem uma nova abordagem na proteção de carregamento de navios.

[017] Patente Estadunidense 5931111 TAMPA DA ESCOTILHA DO NAVIO.

Um navio tampa da escotilha de leve, material de folha impermeável à água cobre o portal de um navio para permitir o carregamento de materiais a granel durante o mau tempo enquanto protege a carga contra possíveis danos ou deterioração da água da chuva ou outros contaminantes. A tampa da escotilha inclui uma estrutura ou superestrutura abrangendo a parte aberta de um navio escotilha. Um, flexível, material em folha impermeável à água leve é esticada sobre a armação para impedir que qualquer humidade ou outros contaminantes entrem no navio enquanto o navio a tampa está no lugar. Uma pluralidade de portas ou aberturas acessíveis separadamente permitem uma distribuição uniforme de um material em partículas ou de carga fluente, tal como potássio ou produtos agrícolas.

[018] Patente Estadunidense 5778815-TAMPA DA ESCOTILHA DO NAVIO.

Um navio tampa da escotilha de leve, material de folha impermeável à água cobre o portal de um navio para permitir o carregamento de materiais a granel durante o mau tempo enquanto protege a carga contra possíveis danos ou deterioração da água da chuva ou outros contaminantes. A tampa da escotilha inclui uma estrutura ou superestrutura abrangendo a parte aberta de um navio escotilha. Um, material flexível em folha impermeável à água leve é esticada sobre a armação para impedir que qualquer humidade ou outros contaminantes entrem no navio espera enquanto o navio tampa está no lugar. Uma pluralidade de portas ou aberturas acessíveis separadamente permitem uma distribuição uniforme de um material em partículas ou de carga fluente, tal como potássio ou produtos agrícolas.

[019] Patente Estadunidense 5636959-APARELHOS PARA COBRIR A

ESCOTILHA OU A ABERTURA DE UM NAVIO. Aparelho para tapar um navio escotilha ou abertura semelhante que é exposto a condições atmosféricas ou ambientais, pelo que a abertura pode ser fechada por meio de uma tampa que é pelo menos parcialmente amovível. As salvaguardas de cobertura para evitar a entrada de água quando o carregamento e descarregamento é feito durante o mau tempo e permite a seco de carga e descarga. Colocando de maneira estanque um invólucro em forma de quadro em torno do bordo da abertura, uma aberta no veio de um limite lateral é formado no interior do alojamento quadro. O veio pode ser fechado a partir de cima através de coberturas sobrepostas, que se abrem automaticamente, quando pressionado, por um órgão em suspensão em um carregamento ou descarregamento do guindaste ou fechar automaticamente quando o corpo é removido.

[020] Patente italiana IT1101520-TAMPA DO CARREGADOR DE

MATERIAL EM MASSA PARA A RETENÇÃO DO NAVIO - TEM UMA SEÇÃO DOBRÁVEL EM TORNO DA CALHA DE DESCARGA E SEÇÃO INFERIOR QUE SE ESTENDE AO REDOR DA PERIFERIA DE ESPERA. A tampa é flexível e é composto por duas secções, uma sendo montada em torno da conduta geral de distribuição de uma carga braço para ser extensível e Contrácteis. As seções são preferencialmente ligados uns aos outros e são independentemente móveis. A segunda seção é preferencialmente montada em torno da calha e pode ser rotativo em relação ao eixo calha. Esta secção pode ser ligada ao aro equipado com rodas que se deslocam sobre trilhos, na parte inferior da primeira secção. A cobertura é para uso durante o carregamento a granel de carga em um navio, e permite continuar o carregamento durante a chuva. A tampa também reduz a quantidade de pó gerado durante o funcionamento. [021] Patente canadense CA2845240- DISPOSITIVO DE PROTECÇÃO DA

CHUVA PARA CARREGAMENTO A GRANEL EM UM NAVIO. A presente invenção propõe um dispositivo para o fornecimento de proteção contra a chuva, para carregamento de grandes quantidades de material a bordo de um navio, que compreende um dispositivo de recepção e uma tampa do dispositivo, os quais são independentes um do outro, o dispositivo de recepção que está sendo instalado na escotilha forma do navio e da tampa do dispositivo dentro do tubo telescópico do shiploader" . O dispositivo de recepção compreende uma plataforma e uma saia de vedação, posicionada em torno da plataforma. Além disso, pelo menos, uma tremonha, fornecida com uma abertura de entrada e uma abertura de descarga, está ligado à plataforma, a referida descarga de abertura que passa através da plataforma. O dispositivo de recepção compreende, além disso, uma tampa ING significa que atuam sobre a abertura de entrada do funil, referida tampa meios ser capaz de abrir e fechar e tendo uma área substancialmente maior do que a área da referida abertura de entrada. O dispositivo receptor está instalado sobre a tampa do navio na forma de escotilha, dita cobertura sendo parcialmente aberta. A tampa do dispositivo, por sua vez, tem uma cobertura de área ing que é substancialmente maior do que a área da abertura de entrada do funil do dispositivo de recepção e compreende pelo menos uma abertura para a instalação do tubo telescópico do "shiploader".

[022] Patente Canadense CA2699009- SISTEMA E MÉTODO PARA

CARREGAMENTO DE NAVIOS EM QUALQUER TEMPO. Um sistema e método para facilitar o carregamento de navios em tempo inclemente. O sistema inclui uma cobertura retrátil configurado para fornecer proteção a um bom de carregamento material. A tampa se estende para cobrir toda a área onde o material será carregado no navio. A disposição da tampa permite que o material, por exemplo, o potássio, possa ser carregado em um porão sem degradar o material durante a precipitação.

[023] Estas revelações apresentam desvantagens, limitações e inconvenientes de serem pesados e complexos, de falta praticidade, de alto custo, com instalação demorada, com difícil manutenção, com difícil operação, com demora no recolhimento, inseguro, ambientalmente incorreto, com instabilidade na ocorrência de ventos, com falhas na vedação, inadequado as normas de bordo de navio e uso de materiais não resistentes ao ambiente marítimo.

[024] "COBERTURA PARA PROTEÇÃO CONTRA CHUVA NO

CARREGAMENTO DE GRANÉIS EM NAVIOS", objeto da presente patente, foi desenvolvido para superar as limitações, os inconvenientes e as desvantagens dos sistemas de cobertura de cargas de navios atuais, pois através de construtividade mecânica inovadora com sistema de rolos, fixação com mantas magnéticas nas tampas e com bases magnéticas no convés do navio e instalação permanente na estrutura do shiploader" obtém vantagens de baixo custo, rapidez de instalação, fácil manutenção, fácil operação, rapidez no recolhimento, seguro, ambientalmente correto, estabilidade na ocorrência de ventos, vedação segura, adequado às normas de bordo de navio, uso de materiais resistentes ao ambiente marítimo, leve, simples e prático.

[025] A cobertura da presente patente se aplica a navios que possuem a tampa de porão do tipo "side rolling ".

[026] Problemas técnicos que as anterioridades não resolvem e forma como foi solucionado pelo protetor da presente patente:

[027] a. Protetores do tipo barracas de lonas, por exemplo, com grande área vélica com ventos coloca em risco o shiploader" que pode ser deslocado ocasionando danos e/ou acidentes. Resolvido pela presente patente com adoção de geometria inovadora e otimizada com mínima área vélica.

[028] b. Há uma geração de poeiras no interior do porão e os protetores atuais utilizam exaustores que direcionam o pó para o ambiente criando um passivo ambiental. Resolvido pela presente patente através do uso de captação de pó no shiploader" através de mangueira retrátil que direciona o pó para um ciclone na estrutura fixa de sustentação do shiploader" . [029] c. Ocorrência de escorrimento de água de chuva das tampas para o porão nos protetores atuais. Resolvido pela presente patente através do uso de mantas magnéticas nas bordas das lonas sobre as tampas.

[030] d. As normas de bordo de navios estabelecem que não se apoie estruturas sobre as tampas devido a risco de danificar a vedação especial das tampas. Resolvido pela presente patente através do uso do convés para fixação das extremidades da lona por meio de base magnética e do uso de sensores para manter o equipamento a uma distância segura do diamante de vedação das tampas do porão dos navios.

[031] e. Protetores do tipo barracas de lonas, por exemplo, podem criar embarrigamentos da lona gerando acúmulo de água com potencial risco para entrada de água por pequenos furos e aumento do peso da estrutura. Resolvido pela presente patente através do uso de tensionadores nos rolos que mantém as lonas esticadas e com um ângulo otimizado a fim de evitar o embarrigamento nas lonas.

[032] f. Protetores fixados na estrutura do shiploader" com peso excessivo podem danificar o shiploader" ou sua estrutura de sustentação. Resolvido pela presente patente através do uso de materiais de construção leves que não sobrecarregam a estrutura original do shiploader" .

[033] g. Protetores não permanentes necessitam ser instalados na iminência de chuvas e retirados ao termino da operação. Resolvido pela presente patente através de instalação permanente na estrutura do "shiploader".

[034] Para melhor compreensão do presente invento são anexados os seguintes desenhos:

[035] FIGURA 1., que mostra a vista em perspectiva da cobertura da presente patente em sua forma preferencial completa após abertura e travamento das lonas de extremidade, e pronto para operação;

[036] FIGURA 2., que mostra a vista em perspectiva da cobertura com lonas centrais esticadas e lonas laterais pré-armadas da presente patente em sua forma preferencial;

[037] FIGURA 3., que mostra a vista em perspectiva da cobertura com lonas centrais e lonas laterais recolhidas da presente patente em sua forma preferencial;

[038] FIGURA 4., que mostra a vista em perspectiva explodida do conjunto de lonas laterais recolhidas da presente patente em sua forma preferencial;

[039] FIGURA 5., que mostra a vista em perspectiva do conjunto central com as lonas armadas da cobertura da presente patente em sua forma preferencial;

[040] FIGURA 6., que mostra a vista em perspectiva do conjunto central com as lonas recolhidas da cobertura da presente patente em sua forma preferencial;

[041] FIGURA 7., que mostra a vista em perspectiva explodida do conjunto central com as lonas recolhidas da cobertura da presente patente em sua forma preferencial;

[042] FIGURA 8., que mostra a vista em perspectiva explodida do conjunto central com lonas cortadas da presente patente em sua forma preferencial;

[043] FIGURA 9., que mostra a vista em perspectiva da estrutura metálica do conjunto central cobertura da presente patente em sua forma preferencial;

[044] FIGURA 10., que mostra a vista em perspectiva da estrutura base montada da cobertura da presente patente em sua forma preferencial;

[045] FIGURA 11., que mostra a vista em perspectiva explodida da estrutura base da cobertura da presente patente em sua forma preferencial; [046] FIGURA 12., que mostra a vista em perspectiva da cobertura na posição de repouso da presente patente em sua forma preferencial;

[047] FIGURA 13., que mostra a vista lateral direita da cobertura na posição de repouso da presente patente em sua forma preferencial;

[048] FIGURA 14., que mostra a vista em perspectiva da cobertura na posição de operação com as lonas recolhidas da presente patente em sua forma preferencial;

[049] FIGURA 15., que mostra a vista em perspectiva da cobertura na posição de operação da cobertura com as lonas centrais armadas e com as lonas laterais semi-armadas da presente patente em sua forma preferencial;

[050] FIGURA 16., que mostra a vista em perspectiva da cobertura da presente patente em sua forma alternativa, além da representação do cais do porto, do " shiploader" e do navio;

[051] FIGURA 17., que mostra a vista em perspectiva da parte central montada com chapa transparente para melhor visualização da cobertura da presente patente em sua forma alternativa;

[052] FIGURA 18., que mostra a vista em perspectiva explodida da parte central da cobertura da presente patente em sua forma alternativa;

[053] FIGURA 19., que mostra a vista em perspectiva da parte central e os três conjuntos de lona da cobertura da presente patente em sua forma alternativa;

[054] FIGURA 20., que mostra a vista em perspectiva explodida do conjunto de uma das duas lonas laterais com detalhes A, B e C da cobertura da presente patente em sua forma alternativa;

[055] FIGURA 21., que mostra a vista em perspectiva explodida do conjunto de uma das duas lonas centrais da cobertura da presente patente em sua forma alternativa;

[056] FIGURA 22., que mostra a vista em perspectiva do conjunto de uma das quatro lonas da extremidade da cobertura da presente patente em sua forma alternativa;

[057] FIGURA 23., que mostra a vista em perspectiva da cobertura da presente patente em sua forma alternativa, além da representação do cais do porto, do shiploader" e do navio, na posição de repouso;

[058] FIGURA 24., que mostra a vista em perspectiva da cobertura da presente patente em sua forma alternativa, além da representação do cais do porto, do "shiploader" e do navio, na posição 12 a 0 graus em relação ao convés;

[059] FIGURA 25., que mostra a vista em perspectiva da cobertura da presente patente em sua forma alternativa, além da representação do cais do porto, do "shiploader" e do navio, na posição de descida do equipamento em direção ao convés;

[060] FIGURA 26., que mostra a vista em perspectiva da cobertura da presente patente em sua forma alternativa, além da representação do cais do porto, do "shiploader" e do navio, na abertura e travamento da primeira lona central;

[061] FIGURA 27., que mostra a vista em perspectiva da cobertura da presente patente em sua forma alternativa, além da representação do cais do porto, do "shiploader" e do navio, na abertura e travamento da segunda lona central;

[062] FIGURA 28., que mostra a vista em perspectiva da cobertura da presente patente em sua forma alternativa, além da representação do cais do porto, do "shiploader" e do navio, na posição de retorno da parte central para o centro com as duas lonas centrais abertas e travadas;

[063] FIGURA 29., que mostra a vista em perspectiva da cobertura da presente patente em sua forma alternativa, além da representação do cais do porto, do "shiploader" e do navio, na abertura e travamento da primeira lona lateral; [064] FIGURA 30., que mostra a vista em perspectiva da cobertura da presente patente em sua forma alternativa, além da representação do cais do porto, do " ' shiploader" e do navio, após abertura e travamento das duas lonas laterais;

[065] FIGURA 31., que mostra a vista em perspectiva da cobertura da presente patente em sua forma alternativa, além da representação do cais do porto, do shiploader" e do navio, após abertura das tampas do porão e angulação das lonas de extremidade; e

[066] FIGURA 32., que mostra a vista em perspectiva da cobertura da presente patente em sua forma alternativa, além da representação do cais do porto, do "shiploader" e do navio, após abertura e travamento das lonas de extremidade e pronto para operação.

[067] Inicialmente desenvolveu-se uma cobertura para proteção contra chuva no carregamento de granéis em navios da presente patente (ver Figuras 16 a 32) constituída de parte central (PC), três pares de conjuntos de lonas: o conjunto de uma das duas lonas laterais (LL), o conjunto de uma das duas lonas centrais (LC) e o conjunto de uma das quatro lonas da extremidade (LE) e de parte de controle.

[068] A parte central (PC) é composta por uma chapa (PC- 1) de formato quadrado em alumínio ou em outro material resistente ao ambiente portuário, exemplificativamente com dimensões de seis metros por seis metros podendo ter medidas diferenciadas para cumprir a demanda necessária, com um furo (PC-l-A) central exemplificativamente de quatro metros de diâmetro podendo ter medidas diferenciadas para cumprir a demanda necessária e com conjunto de carrinhos de roletes (PC-l-B) com quatro e com dois roletes e fixado na chapa. Este furo (PC-l-A) deverá receber um tubulão (PC-2) circular sanfonada de mesmo diâmetro, fabricada em PVC ou outro material antichamas, que será encaixada tanto nesta chapa (PC-1) quanto na estrutura treliçada (ET) da lança do "shiploader" (SL), através de anéis de fixação (PC-3) metálicos. A tubulão (PC-2) circular sanfonada envolve a bica do "shiploader" (SL).

[069] O conjunto de uma das duas lonas laterais (LL) é composta cada uma por uma caixa da lona lateral (LL-1) com abertura lateral superior, dotada de aba (LL-l-A) e fabricada em alumínio ou em outro material resistente ao ambiente portuário, exemplificativamente com vinte e seis metros de comprimento, podendo ter medidas diferenciadas para cumprir a demanda necessária, a mesma envolve e serve de suporte a todo o conjunto da lona lateral (LL) e tendo próximo a cada uma das extremidades da caixa, um orifício (LL-l-B) onde será fixado um parafuso olhai (LL-l-C), para que seja possível acoplar os cabos para o içamento (Cl) do equipamento; um rolo da lona lateral (LL- 2) de formato cilíndrico, onde o eixo central (LL-2-E) está apoiado sobre os mancais laterais da lona lateral (LL-2-A), o rolo fabricado em chapas de alumínio ou em outro material resistente ao ambiente portuário que são calandradas e soldadas, exemplificativamente com vinte e quatro metros de comprimento, podendo ter medidas diferenciadas para cumprir a demanda necessária, servindo para o enrolamento da lona lateral (LL-3); com dois mancais da lona lateral (LL-2-A) fabricados em alumínio fundido ou em outro material resistente ao ambiente portuário, com um "meio anel" de bronze ou outro material resistente ao ambiente portuário, soldado neste, os mancais da lona lateral (LL-2-A) são fixados em cada ponta da caixa da lona lateral (LL-1); cinco apoios para o rolo (LL-2-B) que evita a flambagem do rolo da lona lateral (LL- 2), e formado, cada apoio por uma base (LL-2-B-1) em formato especial fabricado em metal ou em outro material resistente ao ambiente portuário que sustenta um conjunto de pequenos roletes (LL-2-B-2), fabricados em nylon ou outro material equivalente afim de dar sustentação e evitar a flambagem do rolo da lona lateral (LL-2); um par de redutores (LL-2-C) acionado por ar comprimido; suportes internos (LL-2-D) de formato especial e soldado no costado interno do rolo afim de evitar o esmagamento do rolo da lona lateral (LL-2); um eixo central (LL-2-E) de formato cilíndrico, soldado à tampa lateral do rolo e a extremidade externa ligada ao redutor (LL-2-C), fabricados em aço ou em outro material resistente ao ambiente portuário; e uma lona lateral (LL-3) fabricada em PVC antichamas ou outro material equivalente com manta magnética embutida nas extremidades, exemplificativamente com vinte e quatro metros de comprimento e vinte e quatro metros de largura, totalizando quinhentos e setenta e seis metros quadrados de área, podendo ter medidas diferenciadas para cumprir a demanda necessária e com cintas (LL-3-A) do mesmo material, a fim de se evitar o embarrigamento desta e o consequente acúmulo de água.

[070] O conjunto de uma das duas lonas centrais (LC) é composta cada uma por uma caixa da lona central (LC-1) com abertura lateral inferior e fabricada em alumínio ou em outro material resistente ao ambiente portuário, exemplificativamente com cinco metros e sessenta centímetros de comprimento, podendo ter medidas diferenciadas para cumprir a demanda necessária, a mesma envolve e serve de suporte a todo o conjunto da lona central (LC); um rolo da lona central (LC-2) de formato cilíndrico, onde o eixo central (LC-2-D) está apoiado sobre os mancais laterais da lona central (LC-2-A), o rolo fabricado em chapas de alumínio ou em outro material resistente ao ambiente portuário que são calandradas e soldadas^exemplificativamente com cinco metros e sessenta centímetros de comprimento, podendo ter medidas diferenciadas para cumprir a demanda necessária, servindo para o enrolamento da lona central (LC-3); com dois mancais da lona central (LC-2- A) fabricados em alumínio ou em outro material resistente ao ambiente portuário fundido com um "meio anel" de bronze soldadas, os mancais da lona central (LC-2- A) fixados em cada ponta da caixa da lona central (LC-1); um par de redutores (LC-2-C) acionado por ar comprimido; um suporte interno (LC-2-B) de formato especial e soldado no costado interno do rolo afim de evitar o esmagamento do rolo da lona central; um eixo central (LC- 2-D) de formato cilíndrico, soldado à tampa lateral do rolo e com a extremidade externa ligada ao redutor (LC-2-C), fabricados em aço ou em outro material resistente ao ambiente portuário; e uma lona central (LC-3) fabricada em PVC antichamas ou outro material equivalente com manta magnética embutida nas extremidades, exemplificativamente com cinco metros e sessenta centímetros de largura e vinte e quatro metros de comprimento, totalizando cento e trinta e quatro metros e quarenta decímetros quadrados de área, podendo ter medidas diferenciadas para cumprir a demanda necessária e com cintas (LC-3-A) do mesmo material, a fim de se evitar o embarrigamento desta e o consequente acúmulo de água.

[071] O conjunto de uma das quatro lonas da extremidade (LE) é composta cada uma por uma caixa da lona da extremidade (LE- 1) com abertura lateral inferior e fabricada em alumínio ou em outro material resistente ao ambiente portuário, exemplificativamente com três metros de comprimento, podendo ter medidas diferenciadas para cumprir a demanda necessária, a mesma envolve e serve de suporte a todo o conjunto da lona da extremidade (LE); um rolo da lona da extremidade (LE-2) de formato cilíndrico, onde o eixo central (LE-2-C) está apoiado sobre os mancais laterais da lona da extremidade (LE-2-A), o rolo fabricado em chapas de alumínio ou em outro material resistente ao ambiente portuário que são calandradas e soldadas, exemplificativamente com três de comprimento, podendo ter medidas diferenciadas para cumprir a demanda necessária, servindo para o enrolamento da lona da extremidade (LE-3); com dois mancais da lona de extremidade (LE-2-A) fabricados em alumínio ou em outro material resistente ao ambiente portuário fundido com um "meio anel" de bronze soldadas, os mancais da lona da extremidade (LE-2- A) fixados em cada ponta da caixa da lona de extremidade (LE-1); um par de redutores (LE-2-B) acionado por ar comprimido; um eixo central (LE-2- C) de formato cilíndrico, soldado à tampa lateral do rolo e a extremidade externa ligada ao redutor (LE-2-B), fabricados em aço ou em outro material resistente ao ambiente portuário; e uma lona da extremidade (LE-3) fabricada em PVC antichamas ou outro material equivalente com manta magnética embutida nas extremidades, exemplificativamente com três metros de largura e vinte e quatro metros de comprimento, totalizando setenta e dois metros quadrados de área, podendo ter medidas diferenciadas para cumprir a demanda necessária e com cintas (LE-3-A) do mesmo material, a fim de se evitar o embarrigamento desta e o consequente acúmulo de água.

[072] A parte de controle é constituída por quatro cabos de içamentos (Cl) fixados aos parafusos olhais (LL-l-B), localizados em cada uma das extremidades do conjunto de par de lonas laterais (LL), e à motores que terão a função de recolher/soltar os cabos de içamentos; os motores funcionam de acordo com sensores de posição (SP) fixados na parte inferior das caixas do conjunto de lona lateral.

[073] O processo de fabricação será dividido em partes. Algumas peças serão fabricadas separadamente, em seguida serão unidas e, posteriormente, conectadas ao conjunto final. [074] A montagem do conjunto de lona lateral (LL) terá a seguinte sequência:

[075] Os cinco apoios do rolo (LL-2-B) deverão ser soldados ao interior da caixa

(LL-1), para posteriormente receber o rolo (LL-2). Em seguida, cada um dos mancais da lona lateral (LL-2-A) deverá ser soldado à caixa (LL-1) em cada uma das extremidades, para receber o rolo (LL-2). Em cada uma dessas extremidades deverá ser instalado um dos redutores (LL-2-C). Para finalizar a montagem deste conjunto, a lona lateral (LL-3) deverá ser devidamente envolvida ao rolo (LL-2).

[076] A montagem do conjunto da lona central (LC) terá a seguinte sequência:

[077] Cada um dos dois mancais (LC-2- A) deverá ser soldado à caixa (LC-1) em cada uma das extremidades, para receber o rolo (LC-2). Em cada uma dessas extremidades deverá ser instalado um redutor (LC-2-C). Para finalizar a montagem deste conjunto, a lona (LC-3) deverá ser devidamente envolvida ao rolo (LC-2).

[078] A montagem do conjunto lona da extremidade (LE) terá a seguinte sequência:

[079] Cada um dos dois mancais (LE-2- A) deverá ser soldado à caixa (LE-1) em cada uma das extremidades, para receber o rolo (LE-2). Em cada uma dessas extremidades deverá ser instalado um redutor (LE-2-B). Para finalizar a montagem deste conjunto, a lona (LE-3) deverá ser devidamente envolvida ao rolo (LE-2).

[080] Após o alinhamento e instalação dos 2 (dois) conjuntos de lonas laterais

(LL) à chapa (PC-1), deverá proceder a instalação dos 2 (dois) conjuntos de lonas centrais (LC) em sua face superior, através de parafusos.

[081] Os conjuntos de lonas laterais (LL), dispostos paralelamente, deverão receber a instalação de travamentos na parte interior das extremidades destes. Sobre cada um desses 2 (dois) travamentos deverão ser fixados, através de parafusos, os 4 (quatro) conjuntos de lonas da extremidade (LE), sendo instalados um par em cada extremidade.

[082] Após a conclusão da fabricação do conjunto de lonas laterais (LL), conjunto de lonas centrais (LC), conjunto de lonas da extremidades (LE) e o conjunto da parte central (PC), estes serão unidos, concluído o processo de fabricação do equipamento, estarão aptos para proceder a instalação deste à lança do "shiploader" (SL).

[083] Para a instalação do equipamento, este será posicionado logo abaixo da estrutura da lança do "shiploader" (SL) através de barcaças flutuantes, para que os cabos de içamento sejam conectados à estrutura da lança do "shiploader" (SL); Os cabos de içamentos (Cl) deverão ser fixados aos quatro parafusos olhais (LL- 1-B) em cada uma das extremidades do par de lonas laterais (LL), possibilitando o içamento do equipamento, que estará suspenso abaixo da estrutura da lança do "shiploader".

[084] Concluído todo esse processo de instalação do equipamento, este já estará disponível para operação. A operação da cobertura protetora de carga de navios da presente patente, ocorre da seguinte forma:

No início do processo, o "shiploader" estará em posição de repouso, ou seja, com o braço do mesmo na posição vertical. Nesta etapa, a cobertura protetora de carga de navios estará com os cabos de içamento (Cl) recolhidos e o equipamento estará travado junto à lança do shiploader (LS) através de um engate e com as lonas totalmente recolhidas.

[085] Com navio devidamente alocado no berço de atracação do cais do porto, a extremidade livre da lança do shiploader (LS) irá descer, ficando em uma posição de 12° a 0 o em relação ao convés do navio. Nesta fase do processo, o engate que mantém o equipamento fixado à lança do shiploader (SL) liberará o engate do equipamento, ficando içado através dos cabos (Cl). [086] Os sensores de posição (SP) manterão o equipamento sempre paralelo ao convés do navio, mantendo uma distância segura do diamante de vedação das tampas do porão (TP). O controle do nível do equipamento será realizado através dos cabos de içamento (Cl) que serão liberados ou recolhidos, conforme a necessidade, através de um conjunto de redutores (CR), sendo controlados pelos sensores (SP).

[087] O equipamento desce e é posicionado na direção do convés. O ajuste da altura e do alinhamento do equipamento será realizado através de sensores de posição (SP), portanto, se o navio se mexer, seja devido ao movimento da maré, ao aumento do peso devido ao carregamento, ou mesmo pela alteração do ângulo de carregamento da lança do shiploader (SL), o equipamento sempre estará paralelo ao convés do navio e a uma distância segura do diamante de vedação das tampas do shiploader. Este ajuste é possível, pois, os cabos de içamento (Cl) podem trabalhar independentemente, mantendo o equipamento sempre nivelado.

[088] A parte central (PC) movimentar-se-á a frente até uma das laterais da boca do porão para que seja feito o travamento da extremidade de uma das lonas centrais (LC), que é feito pela energização das mantas magnéticas fixadas na extremidade das lonas centrais (LC). Repete-se a operação anterior para a outra lona central (LC). Em seguida a parte central retorna para o centro com as duas lonas centrais abertas e travadas.

[089] Com o equipamento devidamente alocado, paralelamente ao convés do navio, e com as tampas do porão ainda fechadas, a estrutura inteira do shiploader (SL) movimentar-se-á lateralmente até uma das laterais da boca do porão para que seja feito o travamento da extremidade de uma das lonas laterais (LL). Este travamento dar-se-á através de caixas magnéticas (CM) que serão fixadas manualmente à tampa do porão. Com o acionamento dos redutores (LL-2-C), o equipamento segue desenrolando a lona (LL) até a extremidade oposta para realizar o mesmo procedimento, retornando à sua posição inicial, ficando centralizada à boca do porão.

[090] Este procedimento de desenrolamento e travamento deve ocorrer para os conjuntos de lonas laterais (LL) até que toda a abertura do porão esteja coberta. Em seguida as tampas do porão poderão ser abertas. Com as tampas do porão devidamente abertas, os conjuntos de lonas de extremidade (LE) serão anguladas e terão suas lonas abertas, seguindo o mesmo procedimento de abertura das lonas laterais (LL). As mantas magnéticas serão imantadas eletronicamente à tampa do porão, a fim de se evitar a infiltração de água para dentro do porão do navio.

[091] O equipamento, neste momento, já estará pronto para o carregamento, possibilitando o movimento do shiploader para os lados e da bica para frente e/ou para trás, de modo a promover uma melhor distribuição da carga no porão do navio. Toda essa movimentação do equipamento ocorre devido ao completo sistema de acionamento do conjunto de sensores (SP), redutores (LL-2-C, LC-2-C e LE-2-B) e rolos de lonas (LL, LC, LE), permitindo que a lança do shiploader (LS) mude sua angulação e/ou que o navio se movimente em função da maré e/ou do próprio carregamento, que todo esse sistema fará automaticamente as correções necessárias da altura do equipamento, a fim de mantê-lo sempre paralelo ao convés do navio. Vale salientar que a amplitude da angulação da lança do shiploader (LS) durante o carregamento limita-se entre 0 e 12° (zero e doze graus), começando a 12° (doze graus) e terminado em 0 o (zero grau) com a evolução do carregamento.

[092] Concluído o carregamento do navio, as mantas magnéticas serão desligadas eletronicamente e as tampas do porão poderão ser fechadas, possibilitando a desativação manual das caixas magnéticas (CM). Com este procedimento encerrado, as lonas (LL, LC, LE) poderão ser recolhidas e, posteriormente, com o acionamento dos cabos (Cl), o equipamento poderá ser todo recolhido e travado à lança do shiploader (LS), podendo voltar a sua posição de repouso para estar apto novamente a um novo carregamento.

[093] Ao se colocar em prática o projeto inicial desenvolvido da presente patente observou-se que dentro do mesmo conceito poder-se-ia ter um projeto opcional, escolhida como forma preferencial, conforme mostrado nas figuras 1 a 15 e com a seguinte construtividade: [094] A cobertura protetora de cargas de navios da presente patente em sua forma preferencial é constituída de quatro conjuntos principais: uma estrutura base (EB), um conjunto central (CC) e dois conjuntos de lonas laterais (CLL).

[095] A estrutura base (EB) (FIGURA 10 e FIGURA 11) é de fundamental importância, pois esta sustenta os outros dois conjuntos. A estrutura principal (EB) é fabricado em material para resistir ao peso dos outros conjuntos e para que resista ao ambiente portuário, possui comprimento de no mínimo 6 metros (3 metros de cada lado) mais a largura da boca do porão e é composta por: duas bases para o conjunto de lonas laterais (BCLL) com seção de formato de "Γ com no mínimo 6 metros (3 metros de cada lado) mais a largura da boca do porão; trilhos para o conjunto central (TCC) com mesmo comprimento do conjunto (BCLL) e unido a ele, com seção de formato de "T" por onde corre o conjunto central (CC) e com reforços (TCC-1); bases para redutores (BR) de formato prismático quadrangular e fixados no conjunto (BCLL); duas laterais de fechamentos de extremidade (CE) com seção de formato de "L", com largura acima da largura da lança do shiploader " (LPS); mancais para suporte do tubo de extremidade do conjunto central (MC) de formato retangular com duas arestas arredondadas com orifício central, posicionado em cada uma das extremidades e para suporte dos rolos externos da lona central (CC-2-A), com olhais de fixação (EB-1) fixados no conjunto (BCLL); e cabos de aço para içamento (CAI) ligando o equipamento a lança postiça do "shiploader "(WS).

[096] O Conjunto Central (CC) (FIGURA 2, FIGURA 3, FIGURA 5, FIGURA

6, FIGURA 7, FIGURA 8 e FIGURA 9) é composto por uma estrutura metálica (CC-1) de formato retangular composto por duas transversinas (CC-l-A), duas longarinas (CC-l-B), um anel central (CC-l-C) de formato cilíndrico e quatro mancais (CC-l-D) em formato de "U" com suporte lateral para eixo (CC-l-D-1) de formato retangular com orifício na ponta em cada extremidade, e dois suportes (CC-l-E) inferiores em formato retangular com duplas de pinos (CC-l-F) fixados em suas laterais, e esta estrutura metálica (CC-1) serve de suporte para todas as outras peças do Conjunto Central (CC); duas lonas centrais (CC-2), sendo cada conjunto de lona central composto por: dois rolos da lona central (CC-2- A), um interno e um externo, ambos com mesmo comprimento das laterais de fechamentos de extremidade (CE); quatro eixos (CC-2-B) de formato cilíndrico fixados nas tampas laterais dos rolos interno e externo da lona central (CC-2-A), sendo o rolo interno apoiado nos mancais (CC-l-D) e o rolo externo apoiado nos mancais (MC); duas lonas centrais (CC-2-C) fabricada em PVC antichamas ou outro material equivalente, com comprimento da estrutura base (EB) menos o comprimento da estrutura metálica (CC-1); cintas de reforço (CC-2-D) de nylon ou material equivalente, com formato retangular, sendo sua medida o dobro do comprimento das lonas centrais (CC-2-C); duas cintas magnéticas (CC-2-E) acionadas eletronicamente de forma remota e posicionadas nas laterais das lonas (CC-2-C); dois redutores (CC-3) acionado por ar comprimido e conectados os eixos (CC-2-B); duas tampas do conjunto central (CC-4) de formato de "U" invertido e fabricada em alumínio, ou outro material resistente ao ambiente portuário, com mesmo comprimento do rolo (CC-2- A); tubulão (CC-5) de formato cilíndrico sanfonado, fabricado em lona, com diâmetro suficiente para enclausurar a bica (BC) do "shiploader ' e para que a bica (BC) do "shiploader ' possa distribuir o granel no porão do navio; roletes (CC-6) de formato cilíndrico encaixados nos pinos (CC- l-F), possibilitando que o conjunto central (CC) corra sobre os trilhos (TCC) da estrutura base (EB); e dois conjuntos de eixo direcionador de lona (CC-7) constituído de eixo (CC-7-A) de formato cilíndrico e roletes (CC-7-B) de formato cilíndrico com furo passante.

[097] O conjunto de lonas laterais (CLL) (FIGURA 4) é composta cada uma por; uma lona lateral (CLL-1) fabricada em PVC antichamas ou outro material equivalente com manta magnética embutida nas extremidades; com rolo (CLL-1 -A) de formato cilíndrico com pontas cónicas e fabricado em chapas de alumínio ou em outro material resistente ao ambiente portuário que são calandradas e soldadas, com mesmo comprimento da estrutura base (EB), servindo para o enrolamento da lona lateral (CLL-1), com dois eixos (CLL-l-B) de formato cilíndrico fixados nas tampas laterais do rolo (CLL-1 -A) e apoiado sobre os mancais laterais da lona lateral (CLL-2), com cintas (CLL-l-C) do mesmo material da lona de formato retangular, e com tiras magnéticas (CLL-1 -D) acionadas eletronicamente de forma remota e embutida entorno de todo o perímetro das lonas; dois mancais da lona lateral (CLL-2) em alumínio fundido ou em outro material resistente ao ambiente portuário, com um "semi-anel" de bronze ou outro material resistente ao ambiente portuário e soldado nos mesmos, e ainda os mancais da lona lateral (CLL-2) são fixados em cada ponta da base do conjunto de lona lateral (BCLL); um par de redutores (CLL-3) acionado por ar comprimido e fixados nas bases dos redutores (BR) e conectado a ponta do eixo central (CLL-l-B) através de correia ou correntes; e duas tampa do conjunto lateral (CLL-4) de formato de "U" invertido em alumínio, ou outro material resistente ao ambiente portuário, com fechamentos laterais e com mesmo comprimento do rolo (CLL-l-A).

[098] O processo de montagem está dividido por partes. Algumas peças serão fabricadas separadamente, em seguidas serão unidas e, posteriormente conectadas ao conjunto final.

[099] A fabricação da estrutura base (EB) se inicia com o corte nos devidos tamanhos, e dobras nos respectivos lugares necessário. Em seguida as chapas são unidas através de soldas, e por último tanto os dois trilhos para o conjunto central (TCC), e os reforços (TCC-1) são unidos a esta estrutura. Por fim os olhais (EB-1) são acoplados a mesma, estando pronta para receber tanto o conjunto central (CC) quanto os conjuntos de lona lateral (CLL).

[0100] A montagem do conjunto de lonas laterais (CLL) inicia-se a partir da fabricação do rolo para lona através calandragem de chapas metálicas de alumínio ou de outro material resistente a ambiente portuário. Em seguida, os mancais (CLL-2) e os eixos (CLL-l-B) que serão fabricados através da fundição de alumínio. Os eixos (CLL-l-B) deverão ser soldados em cada uma das extremidades do rolo, estando assim o rolo pronto para ser montado no conjunto de lonas laterais (CLL). Os mancais (CLL-2) serão soldados e aparafusados nos devidos locais na base de conjunto para lona lateral (BCLL), e após esta união os eixos dos rolos laterais já podem ser colocados em seus devidos locais, sob os mancais (CLL-2). Os redutores (CLL-3) serão fixados na base do redutor (BR) e ligados ao eixo (CLL-l-B), a lona (CLL-1) será fixada nos rolos (CLL-l-A), através de cola e rebites, e pôr fim a tampa do conjunto lateral (CLL-4) será fixada na base para conjunto de lona lateral (BCLL) enclausurando o rolo (CLL-l-A) e os mancais (CLL-2) do conjunto de lona lateral (CLL).

[0101] A montagem do conjunto central, se inicia com a fabricação de toda a estrutura metálica (CC-1), o qual inicia-se com a fabricação do anel central (CC-l-C), após isto as transversinas (CC-l-A) e as longarinas (CC-l-B), em seguida serão soldados os suportes (CC-l-E) inferiores em formato retangular com duplas de pinos (CC-l-F). O rolo da lona (CC-2-A) central terá seus eixos (CC-2-B) soldados. Encaixa-se os rolos (CC- 2-A) nos mancais (CC-l-D) e encaixa-se os eixos direcionadores de lona (CC-7) nos suportes laterais para eixos (CC-l-D-1), fixa-se os redutores (CC-3) na estrutura metálica (CC-1) e liga nos eixos (CC-2-B) e a lona (CC-2-C) será fixada nos rolos (CC-2- A) através de cola e rebites, e pôr fim a tampa do conjunto central (CC-4) será fixada na estrutura metálica (CC-1) enclausurando o rolo (CC-2-A) e os mancais (CC-l-D) do conjunto de lonas centrais (CC-2).

[0102] Após a conclusão da fabricação da estrutura base (EB), do conjunto central

(CC) e conjunto de lona lateral (CLL), estes serão unidos, concluindo o processo de fabricação do equipamento e estarão aptos para proceder a instalação deste à lança do "shiploader" (LPS).

[0103] Para a instalação do equipamento, este será posicionado logo abaixo da estrutura da lança do shiploader" (LPS) através de barcaças, para que os cabos de aço para içamento (CAI) sejam conectados à estrutura da lança do shiploader " (SL); Os cabos de içamentos (CAI) deverão ser fixados aos quatro parafusos olhais (EB-1) em cada uma das extremidades da base para conjunto de lona lateral (BCLL), toda a instalação de ar comprimido que movimentará os redutores (CLL-3) e (CC-3), deverá estar totalmente instalada, sendo necessária apenas o acoplamento das mangueiras que vem do "shiploader " com as mangueiras do equipamento.

[0104] Neste momento toda a parte de software, sensores de posição, e controle estarão devidamente instaladas, sendo possível içar o equipamento, e após isto o equipamento está apto a operar. [0105] O funcionamento da cobertura protetora de carga de navios da presente patente, ocorre da seguinte forma:

[0106] No início do processo, o "shiploader " estará em posição de repouso, ou seja, com o braço do mesmo na posição vertical. Nesta etapa, a cobertura protetora de carga de navios estará com os cabos de içamento (CAI) recolhidos e o equipamento deverá estar travado junto ao "shiploader " através de um engate e com as lonas totalmente recolhidas.

[0107] Com o navio devidamente alocado no berço de atracação do cais do porto, o braço do "shiploader" irá descer, ficando em uma posição de 12° (doze graus) em relação ao convés do navio. Nesta fase do processo, o engate que mantém o equipamento fixado ao braço do "shiploader" liberará o engate do equipamento, ficando o equipamento içado através dos cabos (CAI). Controlados por sensores de posição (SP), os cabos (CAI) serão liberados para que o equipamento fique na posição paralela ao convés do navio e a uma distância segura do diamante de vedação das tampas do porão (TP).

[0108] O ajuste da altura e do alinhamento do equipamento será realizado através de sensores de posição (SP), portanto, se o navio se mexer, seja devido ao movimento da maré, seja pelo aumento do peso, ou mesmo pela alteração do ângulo de carregamento da lança do "shiploader ", o equipamento sempre estará paralelo ao convés do navio e a uma distância segura do diamante de vedação das tampas do porão (TP) do navio. Este ajuste é possível, pois, os cabos de içamento (CAI) podem trabalhar independentemente, mantendo o equipamento sempre nivelado.

[0109] Com o equipamento devidamente alocado, paralelamente ao convés do navio, e com as tampas do porão (TP) ainda fechadas, a estrutura inteira do "shiploader" movimentar-se-á lateralmente até uma das laterais da boca do porão para que seja feito o travamento da extremidade de uma das lonas laterais (CLL-1). Este travamento dar-se-á através de caixas magnéticas (CM) posicionadas que serão fixadas manualmente ao convés do navio. Com o acionamento dos redutores (CLL-3), o equipamento segue desenrolando a lona (CLL-1) até a extremidade oposta para realizar o mesmo procedimento, retornando à sua posição inicial, ficando centralizada à boca do porão. O rolo interno da lona central trabalha em conjunto com o rolo externo da lona central, sendo que neste momento o rolo interno da lona central irá desenrolar a lona central, no mesmo tempo em que rolo externo da lona central irá recolher as fitas, após as fitas serem recolhidas, a lona ocupa o espaço destas, tampando todo o vão entre os dois lados da cobertura.

[0110] Agora as tampas do porão (TP) poderão ser abertas para que as tiras magnéticas (CLL-l-D) das lonas laterais (CLL-1) sejam acionadas eletronicamente, a fim de se evitar a infiltração de água para dentro do porão do navio.

[0111] O equipamento, neste momento, já estará pronto para o carregamento, possibilitando o movimento do "shiploader " para os lados e da bica para frente e para trás, de modo a promover uma melhor distribuição da carga no porão do navio. Toda essa movimentação do equipamento ocorre devido ao completo sistema de acionamento do conjunto de sensores (SP), redutores (CLL-3) e (CC-3) e rolos de lonas (CLL-1) e (CC-2-A), permitindo que a lança do "shiploader " mude sua angulação e/ou que o navio se movimente em função da maré e/ou do próprio carregamento, que todo esse sistema fará automaticamente as correções necessárias da altura do equipamento, a fim de mantê-lo sempre paralelo ao convés do navio. Vale salientar que a amplitude da angulação do braço do "shiploader" durante o carregamento limita-se entre 0 e 12° (zero e doze graus).

[0112] Concluído o carregamento do navio, as tiras magnéticas (CLL- l-D) serão desligadas eletronicamente e as tampas do porão (TP) poderão ser fechadas, possibilitando a desativação manual das caixas magnéticas (CM). Com este procedimento encerrado, as lonas laterais (CLL-1) e as lonas centrais (CC-2) poderão ser recolhidas e, posteriormente, com o acionamento dos cabos (CAI), o equipamento poderá ser todo recolhido e travado da lança do "shiploader" , podendo voltar a sua posição de repouso para estar apto novamente a um novo carregamento.