| REIVINDICAÇÕES 1) "SISTEMA DE COLETA DE ÓLEO DE COZINHA E SUBSTÂNCIAS OLEAGINOSAS PARA FINS DE RECICLAGEM", caracterizado por ser composto de 5dutos (1) revestidos internamente com material antiaderente (M), bem como todos os componentes que tenham contato direto com o óleo ou afim; os dutos são instalados em prumadas internas ou externas (5) às edificações, tendo como ponto de origem os bocais (6B) localizados nos vários pontos de consumo do produto quer seja no interior de pias ou tanques (7) ou mesmo em paredes (8) próximas a estes, tanto em cozinhas como em áreas de serviço 10(9); os dutos (1) têm como ponto de chegada o reservatório inferior elevado (2) ou reservatório subterrâneo (3), cada qual com a sua câmara (10) para contenção do volume excedente de óleo (O), câmara de decantação (C) e suspiro (1 1). 2) "SISTEMA DE COLETA DE ÓLEO DE COZINHA E SUBSTÂNCIAS OLEAGINOSAS PARA FINS DE RECICLAGEM", de acordo com a reivindicação 1, pelo aquecimento de parte ou totalidade do duto (1) que vai do bocal até a prumada principal ser acompanhada da tubulação de água quente (6) do prédio, podendo também ser utilizado outras formas de aquecimento, como, por exemplo, resistências (R) elétricas de ativação automática ou temporizada; por sua vez, os dutos (1) da prumada externa deverão ser pintados em cor escura e em material bom condutor de calor. 203) "SISTEMA DE COLETA DE ÓLEO DE COZINHA E SUBSTÂNCIAS OLEAGINOSAS PARA FINS DE RECICLAGEM", de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelos reservatórios (2 ou 3) serem construídos de modo a reter o calor, devendo ser pintados em cor escura e aplicados em metais bons condutores de calor, sempre optando por locais em que a incidência de luz solar seja mais prolongada, ou locais próximos a outras 25fontes de calor não naturais, como, por exemplo, tubulações de água (6) quente. 4) "SISTEMA DE COLETA DE ÓLEO DE COZINHA E SUBSTÂNCIAS OLEAGINOSAS PARA FINS DE RECICLAGEM", de acordo com a reivindicação 3, caracterizado pelos reservatórios câmaras de decantação (C) e de contenção (10) serem construídas nos mesmos moldes dos reservatório (2 e 3). 305) "SISTEMA DE COLETA DE ÓLEO DE COZINHA E SUBSTÂNCIAS OLEAGINOSAS PARA FINS DE RECICLAGEM", de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por de um reservatório elevado, derivar uma tubulação retrátil (14) que permita a chegada até a abertura (15) do compartimento de carga do veículo (4). 6) "SISTEMA DE COLETA DE ÓLEO DE COZINHA E SUBSTÂNCIAS OLEAGINOSAS PARA FINS DE RECICLAGEM", de acordo com a reivindicação 4, caracterizado pelo reservatório elevado (2) atender as necessidades de edificações verticais. 7) "SISTEMA DE COLETA DE ÓLEO DE COZINHA E SUBSTÂNCIAS 5 OLEAGINOSAS PARA FINS DE RECICLAGEM", de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo reservatório subterrâneo (3) apresentar um compartimento (17) que contem um refil (18) recolhido por um guincho em veículo (4) específico com sistema de içamento reservatório passível de ser instalado em via pública, preferencialmente sob a calçada. 108) "SISTEMA DE COLETA DE ÓLEO DE COZINHA E SUBSTÂNCIAS OLEAGINOSAS PARA FINS DE RECICLAGEM", de acordo com a reivindicação 5, caracterizado pelo reservatório subterrâneo (3) atender as necessidades de construções horizontais. 9) "SISTEMA DE COLETA DE ÓLEO DE COZINHA E SUBSTÂNCIAS 15 OLEAGINOSAS PARA FINS DE RECICLAGEM", de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pela verificação do nível de óleo no reservatório, se dar com uma bóia (19) indicadora do volume de fluido interno, que será presa a uma haste (20) com ponta marcada por cor destacada, que se eleva até um nível sobre a tampa (21) do reservatório para que a sua visualização indique a sua lotação. 2010) "SISTEMA DE COLETA DE ÓLEO DE COZINHA E SUBSTÂNCIAS OLEAGINOSAS PARA FINS DE RECICLAGEM", de acordo com a reivindicação 8, caracterizado pela verificação de nível poder ser por sinal elétrico, luminoso ou sonoro, ou eletrônico por meio de software que emita mensagem via web, visando notificar o responsável pela logística de coleta. 251 1) "SISTEMA DE COLETA DE ÓLEO DE COZINHA E SUBSTÂNCIAS OLEAGINOSAS PARA FINS DE RECICLAGEM", de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pela sistema ser estendido para tubulações (T) externas, públicas e/ ou coletivas revestidas internamente com material (M) antiaderente e sistema de aquecimento, tendo como destinação final um ponto de coleta central, cujo material seguiria para o devido 3 Obeneficiamento . 12) "SISTEMA DE COLETA DE ÓLEO DE COZINHA E SUBSTÂNCIAS OLEAGINOSAS PARA FINS DE RECICLAGEM", de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pela aplicação do sistema em indústrias que geres resíduos oleaginosos. |
BREVE APRESENTAÇÃO
5 Trata a presente solicitação de Patente de Invenção de um inédito "SISTEMA DE COLETA DE ÓLEO DE COZINHA E SUBSTÂNCIAS OLEAGINOSAS PARA FINS DE RECICLAGEM", notadamente de um sistema composto por dutos e respectivos bocais de despejo do óleo de cozinha usado, estrategicamente posicionados nas cozinhas ou áreas de serviço de edificações multifamiliares, unifamiliares ou mesmo em instalações comerciais e Oindustriais, que seguindo determinada prumada desembocam em um reservatório localizado no andar térreo, de onde o material é coletado para reciclagem por meio de transporte compatível, numa frequência adequada para àquela instalação.
BREVE CONVENCIMENTO
Toda a atividade produtiva exercida pelo ser humano gera algum tipo de 5consequência/ resíduos que desequilibra o meio ambiente. Nesse sentido, a sustentabilidade do planeta depende de medidas capazes de minimizar os danos em beneficio dos recursos naturais. A reciclagem é uma entre as muitas medidas preponderantes para a manutenção da sustentabilidade, tendo como conceito precípuo o recolhimento de alguma coisa que não apresenta mais utilidade, transformando-a em algo novo e utilizável.
0 A maior parte dos produtos e materiais utilizados pode ser reciclada, não sendo diferente com o óleo de cozinha usado e substâncias oleaginosas afins, altamente prejudiciais para o ecossistema quando do descarte inapropriado. Geralmente, o óleo de cozinha é jogado na pia o que causa entupimentos no encanamento, na caixa de gordura e na rede de esgoto em geral, gerando a necessidade da utilização de elementos químicos desengordurantes,5igualmente prejudiciais para o meio ambiente.
Há casos em que o óleo não é descartado na pia, mas em locais tão desapropriados quanto, como, por exemplo, em terrenos baldios, vasos sanitários, no lixo, etc.
Portanto, o incentivo e a criação de meios para que o descarte do óleo de cozinha não se dê na rede de esgoto, no solo, em fontes de água e quaisquer locais inapropriados é uma0questão de cidadania. Dessa maneira há que se criarem meios para o armazenamento dessa matéria-prima na fonte geradora para posterior processamento/ reciclagem.
ESTADO DA TÉCNICA
Atualmente, a coleta do óleo de cozinha usado em residências e estabelecimentos comerciais é realizada de maneira improvisada com o auxílio de pequenos recipientes (garrafas Pet, baldes, etc), em cujos fluidos oleaginosos são removidos manualmente até contentores maiores, como, por exemplo, bombonas, latões e similares, onde é estocado até a retirada do local de consumo. Em ambientes industriais a improvisação também é latente. Esta 5tarefa tem como inconveniente o excessivo manuseio do óleo nos diversos recipientes e contentores, o que acaba por gerar resíduos e sujidades nos mesmos e no entorno do local em que se dá a operação. Tal inconveniente gera uma restrição/ resistência à implantação da coleta seletiva do óleo de cozinha nos potenciais pontos de coleta.
O estado da técnica antecipa alguns documentos de patentes voltados para dispositivos lOfacilitadores do preenchimento dos reservatórios, como, por exemplo, o PI 0704758-4 "Suporte Coletor de Óleo de Fritura" compreendido por um funil modificado com o corpo alongado e uma parte aberta onde na parte inferior existe uma rosca, que conecta com a base, para acomodar uma garrafa pet 2 litros onde se armazena o óleo de fritura usado, que após o enchimento do mesmo é trocado por outra garrafa pet 2 litros. O suporte coletor de óleo de
15fritura foi desenvolvido pela necessidade e lacuna que existe no mercado em incentivar pessoas a fazerem a coleta do óleo de fritura evitando que polua o meio ambiente, reintroduzindo essas matérias em um novo ciclo de reutilização das garrafas pet e do óleo em usinas de biodiesel.
Na mesma linha do documento acima foi detectado o PI 0803990-9, que é um 0equipamento que pode ser utilizado em cozinha residencial ou não, o qual foi desenvolvido para coletar gorduras e óleos provenientes da fritura de alimentos, de maneira simples e prática, bastando apenas que o usuário coloque frigideiras ou outros recipientes similares sobre o equipamento e os deixem descansando até que todo óleo escorra completamente para o interior de uma garrafa posta dentro da carenagem do coletor.
5 O PI 0706172-2 "Módulo de Coleta de Óleo Comestível Doméstico"- permite o descarte do óleo comestível ainda quente. No local onde se cozinha, ao fogão é acoplado um acessório que na sua forma guarda as mesmas dimensões da lateral deste último. Sua face frontal que corresponde a espessura deste retângulo é curta. O seu topo é vazado, e suas abas superiores são desiguais, sendo que a externa e oposta ao fogão é mais alta do que a interna. E 0a interna é na altura da mesa do fogão. Além disto, há uma porta articulada de acesso que antes de ser aberta veda o cata-óleo, e quando aberta completa o funil propiciando pelo seu lado interno uma superfície onde o óleo escorrendo é enviado para interior do invento. Desta forma o óleo comestível pode ser despejado quente e com facilidade sem o risco de sujar outras áreas com esta ação. Neste invento o óleo quente esfria imediatamente e pode ser envazado em embalagem pet dos refrigerantes como embalagem de transporte.
DO NOVO SISTEMA
Ciente do estado da técnica, suas lacunas e inconvenientes, o inventor, uma pessoa 5preocupada com o meio ambiente, desenvolveu o sistema em questão, em que o óleo de cozinha usado e outras substâncias oleaginosas são despejados no interior de um duto com revestimento interno antiaderente, passível de ser parcialmente aquecido, através de um bocal de recebimento dotado de tampa e tela para filtragem de resíduos sólidos. Os referidos bocais estarão preferencialmente localizados próximos ao local de consumo e utilização do óleo, ou lOseja, em cozinhas ou áreas de serviço, que descerá por gravidade no interior do duto localizado em prumada interna ou externa, específica para esse uso, até chegar a uma câmara separadora/ decantadora e daí para um reservatório localizado no andar térreo para posterior embarque em veículo, e transporte até uma unidade recicladora. Para não formação de pressão negativa, o duto/ reservatório são dotados de um sistema de suspiro dos gases.
15 Em uma alternativa, as tubulações de condução do óleo poderão ser estendidas para fora do local de consumo, ou seja, externas à área das edificações, públicas e/ ou coletivas, tais como condomínios de casas, instalações e pólos industriais, e outros, com a finalidade de direcionar o óleo usado para pontos de coleta específicos. Nessa versão, não haveria necessidade da coleta pontual realizada nas edificações multifamiliares, tornando-se mais 0abrangente. Ilustrativamente, em conformidade com o acima explanado, o sistema poderá ser aplicado em qualquer indústria que gere resíduos oleaginosos, como, por exemplo, a indústria alimentícia, petroquímica, farmacêutica, entre outras.
DOS BENEFÍCIOS DO NOVO SISTEMA
> Facilitação da rotina do descarte adequado, uma vez que o óleo sairá da panela direto 5para o sistema pleiteado sem o transtorno de manuseio de recipientes;
> Armazenamento em escala - principalmente quando do sistema aplicado em prédios e condomínios, causando também uma economia em escala, que viabilizará a logística para o envio do óleo à reciclagem;
Reduzida manutenção do sistema - pelo fato de que apenas o aquecimento do duto 0internamente revestido evita o acúmulo de camadas de gordura, somado ao aproveitamento dos recursos naturais (gravidade e incidência solar), além da infra-estrutura pertinente às edificações, tais como tubulações de água quente, aquecedores solar e outros, gerando economia e praticidade na operacionalização do sistema;
> Possibilidade de extensão ou ramificação para pontos de coleta específicos externos às edificações, otimizando a logística de coleta;
> Ampliação para aplicação em indústrias geradoras de resíduos oleaginosos;
5 > Baixo custo de instalação e de manutenção;
> Apelo ecológico/ comercial para a edificação que tiver o sistema instalado.
A seguir, explica-se a inovação com referência aos desenhos anexos, nos quais estão representadas de forma ilustrativa e não limitativa:
Fig. 1 : Vista esquemática do sistema de coleta de óleo de cozinha e substâncias lOoleaginosas para fins de reciclagem, instalado em um prédio;
Fig. 2: Vista esquemática do sistema de coleta de óleo de cozinha e substâncias oleaginosas para fins de reciclagem, instalado em um prédio, com detalhe do reservatório, câmara de decantação, contenção e tubulação com resistência;
Fig. 3: Vista em corte do duto de transporte de óleo com material antiaderente em 15conjunto com tubo de água aquecida;
Fig. 4: Vista esquemática do sistema de coleta de óleo de cozinha e substâncias oleaginosas para fins de reciclagem, mostrando a instalação do bocal de despejo dentro de pia ou tanque;
Fig. 5: Vista esquemática do sistema de coleta de óleo de cozinha e substâncias 0oleaginosas para fins de reciclagem, mostrando a instalação do bocal de despejo em parede de cozinha ou área de serviço;
Fig. 6: Detalhe do reservatório elevado e respectiva câmara decantadora e de volume excedente;
Fig. 7: Detalhe do reservatório subterrâneo e respectiva câmara decantadora e de 5volume excedente;
Fig. 8: Detalhe do mecanismo de sinalização de nível do reservatório;
Fig. 9: Vista esquemática do embarque do óleo contido no reservatório elevado;
Fig. 10: Vista esquemática do embarque do óleo contido no reservatório subterrâneo;
Fig. 11 : Vista esquemática mostrando o sistema estendido para fora da edificação.
0DESCRICÂO DETALHADA
O "SISTEMA DE COLETA DE ÓLEO DE COZINHA E SUBSTÂNCIAS OLEAGINOSAS PARA FINS DE RECICLAGEM", objeto desta solicitação de Patente de Invenção, se aplica a prédios residenciais ou comerciais bem como instalações industriais, que se destina a captação do óleo (O) de cozinha usado ou outras substâncias oleaginosas diretamente do ponto de consumo, sendo encaminhadas por dutos (1) internamente revestidos (R) internamente com material antiaderente (M) passíveis de aquecimento até uma câmara de decantação (C) e daí para um reservatório inferior elevado (2) ou subterrâneo (3) no qual um 5veículo (4) de transporte coleta e leva o óleo (O) até a unidade recicladora, que também pode receber o resíduo por meio de tubulações (T) públicas e/ ou coletivas externas às edificações.
Mais particularmente, o sistema reivindicado é composto por dutos (1) revestidos internamente com material antiaderente (M), bem como todos os componentes que tenham contato direto com o óleo ou afim, que somado ao aquecimento dedicado, próximo a duto de lOágua (6) quente ou resistência (R), na linha de escoamento do óleo (O) impede qualquer possibilidade de solidificação / entupimento no interior dos mesmos. Dessa feita, tais dutos (1) são instalados em prumadas internas ou externas (5) às edificações, tendo como ponto de origem os bocais (6B) com respectivas tampas e filtros de resíduos sólidos, localizados nos vários pontos de consumo do produto quer seja no interior de pias ou tanques (7) ou mesmo
15em paredes (8) próximas a estes, tanto em cozinhas como em áreas de serviço (9). Os dutos (1) em questão têm como ponto de chegada o reservatório inferior elevado (2) ou reservatório subterrâneo (3), cada qual com a sua câmara (10) para contenção do volume excedente de óleo e suspiro (1 1) para extravasamento dos gases, o que evita a geração de pressão negativa e consequente parada do fluxo de óleo e exalação de mau cheiro. Também faz parte do sistema, 0na linha do reservatório (4) uma câmara de decantação (C) que funciona tal qual uma caixa de gordura, com o objetivo de separar o óleo (O) e substâncias oleaginosas da água e outros fluidos menos densos, sendo uma forma de tornar a ação do reservatório (4) mais efetiva, dessa maneira recebendo o produto a ser reciclado com menor teor de água.
Com o objetivo de melhor conduzir os resíduos nas paredes internas dos dutos (1) pela 5solidificação da matéria oleaginosa, quando abaixo de determinada temperatura, criou-se a opção de aquecimento de parte ou totalidade do duto (1) que vai do bocal até a prumada principal ser acompanhada da tubulação de água quente (6) do prédio, podendo também ser utilizado outras formas de aquecimento, como, por exemplo, resistências (R) elétricas de ativação automática ou temporizada. Por sua vez, os dutos (1) da prumada externa deverão ser 0pintados em cor escura e em material bom condutor de calor, a fim de melhor aproveitar a incidência solar, ou seja, o aquecimento realizado por fonte natural. Em se tratando de tubulações externas as edificações deverá haver algum meio de aquecimento com o mesmo objetivo de tornar mais fluido o óleo e evitar sua solidificação. Pelo fato da armazenagem ser realizada em reservatórios (2 ou 3), estes deverão ser construídos de modo a reter o calor, para liquefação das camadas sólidas formadas nas paredes dos mesmos, pelo resfriamento da matéria oleaginosa. Para tanto, os referidos reservatórios (2 ou 3) deverão ser pintados em cor escura e aplicados em metais bons 5condutores de calor, se não em todo o reservatório pelo menos em sua tampa, sempre optando por locais em que a incidência de luz solar seja mais prolongada, ou locais próximos a outras fontes de calor não naturais, como, por exemplo, tubulações de água quente.
O reservatório elevado (2) deverá estar acima do nível da rua, sendo que a sua base (12) estará em uma cota acima da linha de embarque (13) do veículo (4) transportador do tipo lOtanque ou outro que utilize reservatório para transporte, de tal forma que desta base (12) derive uma tubulação retrátil (14) que permita a chegada até a abertura (15) do compartimento de carga. Esse formato atende as necessidades de unidades residenciais/ comerciais em cujos bocais de despejo tenham elevação suficiente para que o fluxo de óleo se dê por gravidade.
Já o reservatório subterrâneo (3) que ficará abaixo da calçada (16) na via pública, com 15acesso na própria via, se apresenta como um compartimento (17) que contem um refil (18), que quando completo é recolhido por um guincho em veículo (4) específico, que ao coletar o refil cheio já recoloca outro refil vazio. Esse formato atende as necessidades de construções horizontais, em cujos bocais (6B) de despejo estejam com pouca elevação em relação ao reservatório (3). Sendo assim, com o reservatório externo a edificação não há necessidade da 0entrada do veículo na mesma.
No que se refere à verificação do nível de óleo no reservatório, este terá uma bóia (19) indicadora do volume de fluido interno, que será presa a uma haste (20) com ponta marcada por cor destacada, que se eleva até um nível sobre a tampa (21) do reservatório para que a sua visualização indique a sua lotação. O alerta de nível também poderá apresentar outras formas 5de acionamento, como, sinal elétrico, luminoso ou sonoro, ou eletrônico por meio de software que emita mensagem via web, visando notificar o responsável pela logística de coleta.
Com o mesmo conceito inventivo reivindicado o sistema é passível de aplicação na indústria em geral, essencialmente aquelas que gerem resíduos oleaginosos, como, por exemplo, a indústria alimentícia, petroquímica, farmacêutica, entre outras.
