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Title:
METHOD FOR INCORPORATION IN ANY ENTERPRISE ARCHITECTURE MANAGEMENT TOOL
Document Type and Number:
WIPO Patent Application WO/2012/044188
Kind Code:
A1
Abstract:
The present invention relates to a method for the incorporation into any management tool of Enterprise Architectures so as to boost the respective management tool which includes three stages: Integration of information which will provide mechanisms to facilitate the maintenance of the repository of the respective tool; Communication artifacts based on the information kept in the repository, as is the case of Blueprints and reports which present the information present in the repository and in the Blueprints; and Architectural and navigation analysis will provide a series of methods which affords a panoply of analytical capacities.

Inventors:
MOREIRA VAZ ANTUNES DE SOUSA PEDRO MANUEL (PT)
Application Number:
PCT/PT2010/000042
Publication Date:
April 05, 2012
Filing Date:
September 30, 2010
Export Citation:
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Assignee:
LINK CONSULTING TECNOLOGIAS DE INFORMACAO SA (PT)
MOREIRA VAZ ANTUNES DE SOUSA PEDRO MANUEL (PT)
International Classes:
G06Q10/00
Foreign References:
Other References:
EPO: "Mitteilung des Europäischen Patentamts vom 1. Oktober 2007 über Geschäftsmethoden = Notice from the European Patent Office dated 1 October 2007 concerning business methods = Communiqué de l'Office européen des brevets,en date du 1er octobre 2007, concernant les méthodes dans le domaine des activités", JOURNAL OFFICIEL DE L'OFFICE EUROPEEN DES BREVETS.OFFICIAL JOURNAL OF THE EUROPEAN PATENT OFFICE.AMTSBLATTT DES EUROPAEISCHEN PATENTAMTS, OEB, MUNCHEN, DE, vol. 30, no. 11, 1 November 2007 (2007-11-01), pages 592 - 593, XP007905525, ISSN: 0170-9291
None
Attorney, Agent or Firm:
Pereira da Cruz, João (PT)
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Claims:
REIVINDICAÇÕES

1. Método para incorporação em qualquer ferramenta de gestão de arquitecturas empresariais, de modo a potenciar a respectiva ferramenta de gestão, que compreende três etapas:

- Integração da informação que vai providenciar mecanismos para facilitar a manutenção do repositório da respectiva ferramenta;

Artefactos de comunicação, com base na informação mantida no repositório, como é o caso de Blueprints e de relatórios que apresentam as informações presentes no repositório e nos Bluprints; e

Analise arquitecturais e de navegação vai disponibilizar um conjunto de métodos que proporciona uma panóplia de capacidades analíticas .

2. Método de acordo com a reivindicação 1, com recurso a três tipos de aplicação que abrangem:

A capacidade de automatização de um conjunto tarefas ;

í . Geração automática de Blueprints.

11. Geração automática de Relatórios.

b. Importação e Exportação de informação;

c . Análises visuais sobre os diagramas; d. Análises temporais da informação da organização; e

e. Suportar navegação entre mapas com base numa semântica configurável .

3. Método de acordo com a re vindicação 1, em que na leitura de informação de uma ferramenta de arquitectura empresarial se utiliza tecnologia OLE.

4. Método de acordo com a reivindicação 3, em que a importação de informação para o repositório utiliza Extensible Markup Language (XML) .

5. Método de acordo com a reivindicação 1, em que na escrita de informação de uma ferramenta de arquitectura empresarial se utiliza tecnologia OLE.

6. Método de acordo com a reivindicação 5, em que a exportação de informação do repositório utiliza Extensible Markup Language (XML) .

7. Método de acordo com a reivindicação 1, em que a configuração de Blueprints é realizada com base em informação de um repositório.

8. Método de acordo com as reivindicações 1,2,3,5 e 7, em que se coordena a leitura de informação do repositório, configuração e a escrita para o repositório de modo a gerar automaticamente um Blueprint.

9. Método de acordo com as reivindicações 1,2,3,5 e 7, em que se coordena a leitura de informação do repositório, o método configuração e o método de escrever para o repositório de modo a aplicar filtros sobre um Blueprint .

10. Método de acordo com as reivindicações 1,2,3,5 e 7, em que se coordena a leitura de informação do repositório, o método configuração e o método de escrever para o repositório de modo a gerar automaticamente lotes de Blueprints .

11. Método de acordo com a reivindicação 1, em que se mapeia tipos de Blueprints associados a um repositório utilizando Extensible Markup Language (XML) .

12. Método de acordo com a reivindicação 1, em que se mapeia navegações entre Blueprints e símbolos presentes no diagrama utilizando Extensible Markup Language (XML) .

13. Método de acordo com as reivindicações 1, 2 e 3, em que se restringe os elementos apresentados nos artefactos de comunicação com base em valores dos seus atributos .

14. Método de acordo com as reivindicações 1, 2 e 3, para a leitura de informação de uma ferramenta de arquitectura empresarial, onde se utiliza tecnologia OLE e disponibilizado por uma aplicação Backoffice através de Simple Object Access Protocol (SOAP) .

15. Método de acordo com as reivindicações 1, 2 e 3, em que se restringe os elementos apresentados nos artefactos de comunicação com base em valores dos seus atributos .

16. Método de acordo com a reivindicação 15, em que existem restrições com valores temporais.

17. Método de acordo com as reivindicações 1, 2 e 3, em que se altera dinamicamente o conteúdo de um Blueprint com base em valores dos atributos dos elementos representados .

18. Método de acordo com a reivindicação 17, em que existem restrições com valores temporais.

19. Método de acordo com as reivindicações 1, 2, 3 e 5, em que se coordena a leitura de informação do repositório, a configuração e escrita para o repositório de modo a gerar automaticamente um Relatório utilizando um ficheiro de apresentação Microsoft PowerPoint.

20. Método de acordo com a reivindicação 19, que emgloba sintaxe de parametrização do relatório e a sua interpretação .

21. Método de acordo com as rei indicações 1, 2, e 7, em que se coordena a leitura de informação do repositório e a configuração de modo a gerar automaticamente um Blueprint utilizando a tecnologia WPF da Microsoft .

Lisboa, 30 de Setembro de 2010

Description:
DESCRIÇÃO

"MÉTODO PARA INCORPORAÇÃO EM QUALQUER FERRAMENTA DE GESTÃO

DE ARQUITECTURAS EMPRESARIAS "

ÂMBITO DA INVENÇÃO

A presente invenção está relacionada com métodos e sistemas de gestão e operacionalização de Arquitecturas Empresariais. Em particular a presente invenção relaciona métodos e sistemas para construir e disponibilizar artefactos de comunicação de descrições, análises arquitecturais e integrar informação.

CONTEXTO

Com o nascimento da "Era Digital", utilizadores de computadores e software têm sido confrontados com aplicações de software que os ajudam a escrever, calcular, organizar, consumir conteúdos multimédia entre outros. Ferramentas de auxilio à produção como editores de texto são um exemplo de software que permite que os utilizadores criem e editem documentos em vários formatos. Ferramentas de Arquitectura Empresarial, como outro exemplo, permitem que os utilizadores criem, editem ou consumam informação associada com uma variedade de artefactos ligados à disciplina de Arquitectura Empresarial. A Arquitectura Empresarial engloba um conjunto de metodologias, instrumentos e ferramentas que caracterizam uma Empresa, desde a sua infra-estrutura IT aos seus processos de negócio e que tem os seus maiores desafios derivados da complexidade e constante mudança das Empresas. Uma má gestão de uma iniciativa de Arquitectura Empresarial não atinge os seus objectivos primários de contribuir para uma redução de custos e eficiência operacional da Empresa. Uma iniciativa de Arquitectura Empresarial deve ser suportada por uma ferramenta que permita a sua gestão. Ferramenta essa que deve assentar no conceito de um único repositório central usado para capturar e manipular toda a informação relevante da Organização, do ponto de vista de arquitectura.

0 repositório também conhecido como base de conhecimento permite:

• Criação de uma linguagem comum nas Organizações. · Estabelecimento de vocabulário único para os principais conceitos da organização.

• Captura, documentação e partilha do conhecimento.

• Fonte de informação disponível de modo transversal à organização.

· Suporte de tomadas de decisão.

A eficaz utilização de software de Arquitecturas Empresariais em conjunto com o recurso a princípios normativos e boas práticas permite uma melhor estruturação e racionalização das Empresas resultando em:

• Aumento na eficácia e eficiência das operações IT,

o Através da reutilização de componentes validados do ponto de vista de arquitectura.

• Redução dos riscos,

o Através de mecanismos para controlo dos requisitos, de regulamentação e análises de impacto

• Melhoria da excelência operacional que se traduz em contributos para:

Cumprimento dos objectivos de negócio;

Melhoria do relacionamento com os clientes;

Agilidade estratégica.

A gestão e utilização dos conteúdos presentes num repositório permitem que seja agrupada a informação relevante do ponto de vista estratégico e operacional, e ao mesmo tempo manter níveis de qualidade referentes a consistência e coerência. Dada a heterogeneidade das fontes de informação é essencial que haja garantias de modo a que os consumidores desta mesma informação nunca sejam sujeitos a valores inválidos, podendo tal situação potenciar decisões catastróficas dentro de uma organização.

Considerando a informação e a sua qualidade são pontos críticos no presente tema leva então ao tópico de como esta é consultada, consumida ou mesmo alterada. Existindo informação, o problema seguinte que se verifica é como interpretá-la e que meios de transporte utilizar de modo a ser encaminhada para os intervenientes adequados.

Actualmente o que se verifica é o recurso a diagramas elaborados manualmente e relatórios elaborados tanto de modo automático como manual. Ambos os tipos de artefactos apresentam tipicamente os mesmos problemas tais como não estarem actualizados ou não estarem no formato adequado. Por exemplo para uma apresentação feita a um comité de gestão estratégica não deve ter o mesmo cariz técnico que um apresentação para responsáveis técnicos ou equipas de desenvolvimentos. Acrescido a este problema o esforço normalmente associado à produção de representações de forma manual é de dimensão considerável.

A produção de representações gráficas da informação na forma de um Blueprint permite ao utilizador ter uma percepção da realidade estruturada e de fácil leitura. A informação representada está sempre presente no repositório mas não é actualizada automaticamente o que leva a um enorme esforço por parte dos utilizadores quando ocorre qualquer tipo de alteração. Por exemplo, uma empresa decide alterar o nome de um sistema computacional que está representado num conjunto de diagramas, neste caso seria necessário que o utilizador percorresse todos os diagramas de modo a identificar se existia a representação desse sistema e fazer as correspondentes actualizações. Outra limitação deste tipo de representações é não ter a dimensão temporal. A informação desta natureza é critica nas tomadas de decisão de uma Empresa, seja em termos de gestão de mudança, conformidade, etc. A incapacidade de estudar cenários evolutivos limita a capacidade analítica dos artefactos. Embora noções como As-Is e To-Be estejam intrínsecas ao tema e à realidade empresarial, a capacidade e facilidade de representar a alteração de estados é mínima. Isto é, natureza dos elementos representados é dinâmica, por exemplo o ciclo de vida de uma aplicação de software numa organização, existe uma fase de planeamento, construção, entrada em produção e desactivação. Como tal se a representação gráfica não for dinâmica, não é possível agregar todas as transições de estado.

Em suma a invenção surge como um esforço em lidar com um conjunto de pressupostos e questões:

• Evitar a sobre alocação de recursos empresariais nas tarefas de Arquitectura.

· A produção de mapas e relatórios deve exigir o mínimo de esforço.

• Manter o repositório actualizado.

• Informação e mecanismos para sustentar as análises e decisões.

SUMÁRIO DA INVENÇÃO

Os conteúdos da presente invenção pretendem solucionar, entre outros, os problemas supracitados através da disponibilização de um conjunto de métodos que permitem estender funcionalidades de uma ferramenta de Arquitectura Empresarial .

Em primeiro ponto, a invenção está integrada com uma ferramenta de arquitectura empresarial como o Rational System Architect da IBM. A extensão é obtida através de métodos que integram com a interface programática da ferramenta de Arquitectura Empresarial. Tendo este principio como base, a invenção aqui descrita coordena interacções complexas, não disponibilizadas pela ferramenta, permitindo assim todo um conjunto de funcionalidades. Estas funcionalidades são resultantes dos métodos desenvolvidos para a invenção e que serão apresentados ao longo deste documento.

Existem três pontos de foco. O primeiro é referente à integração, validação e introdução de informação no repositório, que para efeitos de simplificação será referenciada como "Integração de Informação". 0 segundo tema diz respeito à produção de artefactos digitais utilizados para comunicar a informação presente no repositório através de vários formatos e meios. A produção destes artefactos é sempre tida como automática e sempre baseada em parametrizações, como tal será referenciada como "Artefactos de Comunicação". Por último serão abordadas "Análises Arquitecturais e Navegação" que em acrescento aos dois temas sintetizados anteriormente, a invenção incorpora considerações analíticas e temporais referentes tanto à informação do repositório como às suas representações, abrangendo conceitos de navegação da informação, agilizando e tornando mais eficiente a experiência do utilizador na interacção com uma ferramenta de arquitectura.

INTEGRAÇÃO DE INFORMAÇÃO

A invenção providencia mecanismos para facilitar a manutenção do repositório da ferramenta de arquitectura empresarial .

A capacidade de contribuir e gerir o repositório disponibilizado pela ferramenta de arquitectura empresarial consiste num conjunto de métodos que integrados com essa mesma ferramenta, permitem importar para o repositório e exportar para posteriormente ser consumida por outros sistemas. A presente informação providencia mecanismos para garantir a qualidade da informação. A informação é transportada em ficheiro com o formato XML. Tanto a importação como a exportação podem ser efectuadas em lote, ou seja recorrer a mais que um ficheiro sem que tenha que haver intervenção adicional por parte do utilizador.

Todos os métodos referentes à integração de informação recorrem a princípios de automatização, diminuindo a interacção do utilizador, minimizando o esforço e a margem de erro introduzida pelo factor humano. ARTEFACTOS DE COMUNICAÇÃO

Com base na informação mantida no repositório são utilizados os artefactos usados na comunicação entre os intervenientes da organização, por exemplo entre um utilizador e um outro interveniente que não entra em contacto directo com o sistema de software, mas sim com os artefactos por ele produzidos.

A presente invenção disponibiliza métodos para produzir e manter este tipo de artefactos com base na informação do repositório. A invenção abrange dois tipos de artefactos :

Blueprint que corresponde a um diagrama, ou seja uma representação gráfica de informação presente no repositório, que é produzido e mantido com base em processos automatizados, e estruturado com base em configurações .

Relatório que corresponde a um documento no formato PowerPoint da Microsoft, que apresenta informação presente no repositório e Blueprints, que é gerado automaticamente e estruturado com base em configurações . ANÁLISES ARQUITECTURAIS E NAVEGAÇÃO

Com base na informação e nas representações a presente invenção disponibiliza um conjunto de métodos que proporcionam uma panóplia de capacidades analíticas. Deste modo é possível um utilizador construir filtros visuais sobre blueprints que dão resposta a perguntas e apresentar o resultado graficamente. Por exemplo face a um diagrama que contém a representação de um conjunto de elementos, o utilizador podia aplicar um filtro de modo a que todos os elementos com determinada propriedade fossem identificados com uma cor específica.

A presente invenção incorpora também o conceito de navegação entre mapas com base numa semântica configurável . Esta característica melhora a experiência de utilização permitindo que o utilizador navegue pela informação que lhe é dirigida sem que seja sujeito a entropia .

BREVE DESCRIÇÃO DAS FIGURAS

A descrição que se segue baseia-se nos desenhos anexos, nos quais sem qualquer carácter limitativo se representam:

Fig. 1 Ilustra um exemplo de um sistema computacional para as incorporações da presente invenção.

Fig. 2 Ilustra um diagrama de blocos simplificado de um ambiente distribuído de computação representando incorporações sistemas computacionais de modo parcial, com foco em aplicações e componentes que fazem parte integrante da presente invenção e descrevem um cenário de operação. Fig. 3 Ilustra uma interface gráfica de uma aplicação de Frontoffice de acordo com as incorporações da presente invenção.

Fig. 4 Ilustra uma interface gráfica de uma aplicação de Backoffice de acordo com as incorporações da presente invenção.

Fig. 5 Ilustra um parcial da uma interface gráfica de aplicação de Backoffice relativo a um menu de escolha de Blueprints de acordo com as incorporações da presente invenção.

Fig. 6 Ilustra um parcial da uma interface gráfica de aplicação de Backoffice relativo a um diálogo de escolha do tipo de acção ou método a aplicar num Blueprint de acordo com as incorporações da presente invenção .

Fig. 7 Ilustra um parcial da uma interface gráfica de aplicação de Backoffice relativo a um diálogo de escolha de argumentos de um Blueprint de acordo com as incorporações da presente invenção.

Fig. 8 Ilustra um parcial da uma interface gráfica de aplicação de Backoffice para a definição de filtros e suporte a análises a aplicar num Blueprint de acordo com as incorporações da presente invenção.

Fig. 9 Ilustra um parcial da uma interface gráfica de aplicação de Backoffice relativo a um menu de escolha de invocação de funcionalidades inerentes à presente invenção .

Fig. 10 Ilustra um parcial da uma interface gráfica de aplicação de Backoffice relativo a um diálogo de escolha de parâmetros a utilizar na geração em lotes de Blueprints de acordo com as incorporações da presente invenção.

Fig. 11 Ilustra um parcial da uma interface gráfica de aplicação de Backoffice relativo a um diálogo de escolha de parâmetros para as restrições temporais de acordo com as incorporações da presente invenção. Fig. 12 Ilustra um parcial da uma interface gráfica de aplicação de Backoffice para a definição da configuração de um Blueprint de acordo com as incorporações da presente invenção.

Fig. 13 Ilustra uma interface gráfica de uma aplicação de Frontoffice com as definições temporais distintas das apresentadas na Fig. 3.

DESCRIÇÃO DETALHADA DA INVENÇÃO

A presente invenção diz respeito a métodos e sistemas de gestão e operacionalização de Arquitecturas Empresariais, relacionando métodos e sistemas para construir e disponibilizar artefactos de comunicação de descrições e análises arquitecturais com base em informação mantida num repositório.

No presente texto serão abordadas as principais características inerentes à invenção:

• A capacidade de automatização de um conjunto de tarefas .

o Geração automática de Blueprints.

o Geração automática de Relatórios. • A capacidade de introduzir pontos de controlo de coerência e consistência através de parametrizações.

• A disponibilização de um conjunto de instrumentos essenciais para a gestão e operacionalização de uma organização .

• Importação e Exportação de informação.

• Análises visuais sobre os diagramas

• Análises temporais da informação da organização: o Exemplo: As-Is e To-Be

• Suportar navegação entre mapas com base numa semântica configurável

Na seguinte descrição, são feitas referências às figuras que fazem parte e que são apresentadas por meio de ilustrações se incorporações especificas ou exemplos. Estas incorporações ou outras podem ser combinadas, utilizadas ou alteradas sem que seja transtornado o intuito ou o âmbito da presente invenção.

Por conseguinte a seguinte descrição detalhada não deve ser entendida como limitativa e o âmbito da presente invenção é definido pelas reivindicações anexadas e pelos seus equivalentes. AMBIENTE OPERATIVO

No esquema apresentado, são representados vários elementos através de diferentes figuras. Concretamente, a fig. 1 e a descrição que se segue, fornecem uma breve apresentação do ambiente computacional no qual a invenção poderá ser implementada. Esta invenção será descrita no contexto geral dos módulos do programa em conjunto com programas aplicacionais que funcionam num sistema operativo de um computador pessoal.

Geralmente, os módulos do programa incluem: regras, programas, componentes, estruturas de dados e outros tipos de estruturas que desempenham uma tarefa particular ou implementam tipos de dados abstractos. Além disso, os especialistas poderão apreciar que a invenção poderá ser utilizada noutras configurações, incluindo dispositivos móveis, sistemas multi-processadores , microprocessadores ou produtos de consumo electrónico programáveis, minicomputadores, computadores mainframe, entre outros. A invenção pode também ser usada em ambientes computacionais distribuídos, onde as tarefas são desempenhadas por dispositivos de processamento remoto ligados através de comunicações em rede. No ambiente computacional distribuído, módulos de programas podem ser localizados nos dispositivos de armazenamento de memória remoto e local.

Na figura 1., é ilustrada uma arquitectura computacional de um computador pessoal 100, de forma a destacar as várias incorporações da invenção. A arquitectura computacional apresentada na Fig. 1, ilustra um computador pessoal convencional com uma unidade de processamento central 102 ("CPU"), um sistema de memória 104, incluindo uma Memória de Acesso Aleatório 105 ("RAM") , uma Memória apenas de Leitura 106 ("ROM") e um sistema bus 103 que incorpora a memória à unidade de processamento central 102. Um sistema básico de Input/Output 113 contém regras básicas que ajudam a transferir informação entre elementos dentro de um computador. O computador pessoal 100 inclui mais um dispositivo de armazenamento em massa 107 para armazenar o sistema operativo 108, a aplicação de BackOffice 109 e FrontOffice 110, bem como a Aplicação de Arquitectura Empresarial 111.

Este dispositivo de armazenamento em massa 107 está ligado ao CPU 102, através de um controlador de armazenamento em massa ligado ao bus 103. O dispositivo de armazenamento em massa 107 e os seus meios legíveis do computador, fornecem um armazenamento não volátil para um computador pessoal 100. Embora a descrição dos meios do computador aqui apresentada, se refira a um dispositivo de armazenamento em massa, tal como o disco rígido ou a drive do CD-ROM, os especialistas poderão verificar que os meios legíveis do computador podem ser avaliáveis e associados ao computador pessoal 100.

Como exemplo, os meios legíveis do computador podem compreender os meios de armazenamento do computador e os meios de comunicação. Os meios de armazenamento do computador incluem: volatilidade e não volatilidade, meios removíveis e não removíveis implementados com qualquer técnica ou método de armazenamento de informação, tais como instruções do computador, estruturas de dados, módulos de programas ou outros dados. Os meios de armazenamento de um computador incluem: RAM, ROM, EEPROM, memória flash ou outras tecnologias do estado da memória, CD-ROM, DVD, ou outros armazenamentos ópticos, "gavetas" magnéticas, fita magnética, disco de armazenamento magnético ou outros dispositivos de armazenamento magnéticos, ou quaisquer outros meios que podem ser usados para armazenar a informação desejável que poderá ser acedida no computador. De acordo com as várias incorporações da invenção, o computador pessoal 100 poderá operar num ambiente de trabalho em rede, usando ligações lógicas para computadores remotos, através de uma rede TCP/IP 101 ou outras redes, tais como a internet. Um computador pessoal 100 poderá ligar-se a uma rede TCP/IP, através de uma unidade de interface em rede 112 ligada ao bus 103. Para além disso, uma unidade de interface de rede 112 poder ser ligada a outros tipos de redes e sistemas remotos. O computador pessoal 100 pode também incluir um

Controlo de Input/Output 113 para receber e processar inputs de vários dispositivos, incluindo de um teclado ou rato. Similarmente, um Controlador de Input/Output 113 poderá fornecer um output para um monitor, uma impressora ou outro tipo de dispositivo.

Como foi mencionado, os módulos de programas e os ficheiros de dados podem ser armazenados no dispositivo de armazenamento em massa 107 e RAM 105 de um computador pessoal 100, incluindo um sistema operativo 108 apropriado para controlar uma operação de um computador pessoal em rede, tal como o sistema operativo Windows da Microsoft. O dispositivo de armazenamento em massa 107 e o RAM 105 podem também armazenar um ou mais programas aplicacionais para fornecer uma variedade de funcionalidades ao utilizador.

OPERAÇÃO

Em referência à fig. 2, uma incorporação da invenção é apresentada para disponibilizar e manter as condições para a operacionalização dos métodos e sistemas de gestão de Arquitecturas Empresariais. O ambiente distribuído de computação 200 inclui dois sistemas computacionais 201 e 205, e um exemplo de servidor de dados 207. As linhas a tracejado representam as fronteiras das máquinas. Os componentes do ambiente distribuído de computação 200 estão interligados através de interfaces de rede permitindo comunicação entre eles. Contudo devem ser consideradas as seguintes possibilidades: • Existirem várias instâncias do tipo 207 correspondendo à ilustração das várias fontes de informação . • Existirem várias instâncias do tipo do sistema computacional 205.

• Pode não existir nenhuma instância do sistema computacional 205.

· A aplicação Frontoffice 204 é equivalente à aplicação Frontoffice 206 com a diferença de a primeira ser executada no mesmo sistema computacional que a aplicação Backoffice, dispensando portanto a necessidade de comunicação através da rede.

De acordo com uma incorporação da presente invenção o sistema computacional 201 inclui a aplicação Backoffice 203, a aplicação de Arquitectura Empresarial 202, como o Rational System Architect da IBM, e opcionalmente a aplicação de Frontoffice 204.

Como ilustrado na fig.2 o sistema computacional 201 comunica via Web-service com as aplicações 204, 206 ou réplicas. É utilizado um protocolo Extensible Markup Language (XML) como o Simple Object Access Protocol (SOAP) que consiste num protocolo de mensagens, baseado numa versão simplificada de XML, que codifica a informação em mensagens Web Service de pedidos e respostas antes de serem transportadas através da rede.

De acordo com uma incorporação da presente invenção o sistema computacional 201 inclui a aplicação de Arquitectura Empresarial 202. Como ilustrado na fig.2 a aplicação de Arquitectura Empresarial é integrada com a aplicação Backoffice através de automação Object Linking and Embedding (OLE) que é uma tecnologia desenvolvida pela Microsoft que permite embeber e associar documentos e outros objectos.

Na leitura de informação da ferramenta de arquitectura empresarial utiliza-se a tecnologia OLE.

Através da disponibilização de uma interface programática que permita a escrita e leitura dos elementos do repositório mantido pela aplicação 202. Parte integrante desta invenção inclui uma camada aplicacional que garante a existência e orquestração dos objectos utilizados na integração supracitada.

Referente à temática de Integração de Informação, é utilizada informação disponibilizada por repositórios e catálogos da organização, disponibilizada pelo sistema computacional 207, para ser integrada com o repositório da aplicação 202. Esta integração é conseguida através do recurso a ficheiros no formato Extensible Markup Language (XML) e mediada pela aplicação Backoffice 203.

FERRAMENTA DE ARQUITECTURA EMPRESARIAL

Como pressuposto inerente à invenção a presença de uma aplicação de Arquitecturas Empresarial é necessária para garantir um conjunto .de condições. Como requisito inicial, e como já referido anteriormente é crucial a existência de uma repositório anexo de um conjunto de - In

características quer permita a dita integração. A troca de informação entre a aplicação 202 e a aplicação 203 é encapsulada em objectos. Tipicamente existem três tipos de objectos: conceitos, símbolos e diagramas. Os conceitos são categorizáveis e retêm os dados estruturados através de atributos. Os diagramas consistem em elementos de persistência de conjuntos de símbolos. Estes últimos representam graficamente os conceitos nos diagramas. Especificando, é pressuposto que através dos mecanismos de integração seja possível obter as seguintes funcionalidades :

• Ler e criar conceitos.

• Ler, alterar, criar ou apagar valores dos atributos.

• Ler, alterar, criar ou apagar diagramas.

• Ler, alterar, criar ou apagar símbolos de diagramas . Com estas capacidades são garantidas as condições para a operação ilustrada na fig.2.

APLICAÇÃO BACKOFFICE

Fazendo referência à figura 4, um componente da invenção é descrito. A figura 4 é a captura e uma possível interface gráfica 400 da aplicação 203. A referida interface não é limitativa do valor da invenção, representando apenas uma possível organização a . ser disponibilizada a um utilizador. Concretamente no exemplo apresentado estão presentes três submenus que disponibilizam ao utilizador a capacidade de invocação das funcionalidades reivindicadas como parte da invenção:

· Blueprint Domains 402;

• Tools 403;

• Extension Modules 404 ;

Referente ao submenu 402 o utilizador tem disponível a invocação de acções sobre um conjunto de Blueprínts. O utilizador pode expandir o Menu Blueprint Domains 402, como evidência a fig. 5. No presente exemplo ao expandir esse menu, o utilizador encontra três categorias de Blueprints: Context 502, Governance 503 e Structure 504, subsequentemente pode seleccionar o tipo. O passo seguinte neste processo exemplificado leva-nos à fig. 6 que destaca a selecção da acção a ser desempenhada 600. Como é destacado na figura, ao utilizador é apresentado três tipos de acções do blueprint (Blueprint Action 601), Create 602, Filter 603 e Reset 604, devendo este seleccionar uma das acções. Após a escolha da acção a desenvolver, o utilizador pode seleccionar os argumentos do Blueprint 700, evidenciados na figura 7. O utilizador pode seleccionar as instâncias que são apresentadas na combo box 702 do conceito do tipo de "Application" 701. Mais detalhes referentes as operações sobre Blueprints serão apresentados mais à frente. Para além do utilizador usar o menu Blueprint Domains 402 para seleccionar o tipo de Blueprint e determinar o conjunto de acções, argumentos e filtros sobre os Blueprints, a aplicação EAMS disponibiliza um outro menu Tools 403. Como mostra a figura 9, o menu Tools 403, é composto por:

• Run Batch 901;

• Generate Powerpoint Reports 902;

• Time Restriction 903;

· Generic Hierarchy 904.

Ainda como parte integrante no exemplo ilustrado existe um submenu que disponibiliza módulos de funcionalidade adicionais.

Remetendo aos temas em foco é de seguida detalhada cada uma das funcionalidades reivindicadas da aplicação 203. INTEGRAÇÃO DE INFORMAÇÃO

Tal como referindo anteriormente esta funcionalidade, homónima do respectivo tema tem como objectivo, no âmbito da invenção, importar e exportar informação para e do repositório através de uma mediação executada na aplicação Backoffice.

A leitura de informação do repositório, configuração e a escrita para o repositório de modo a gerar automaticamente um Blueprint é realizada de um modo coordenado no método descrito na presente invenção.

Aquando a importação é solicitada a identificação do tipo de conceito, a aplicação 203 com recurso as operações leitura e escrita de conceitos no repositório identifica se o conceito existe no repositório e passa a importar todas as instâncias para o repositório. A importação de informação para o repositório utiliza Extensible Markup Language (XML) .

GERAÇÃO AUTOMÁTICA DE BLUEPRINTS

Enquadrado no tema de Artefactos de Comunicação, a noção de Blueprint, como referido anteriormente, está incorporado no âmbito da invenção.

A construção deste tipo de artefacto é obtida a partir de configurações desenvolvidas programaticamente e a informação do repositório. De acordo com a configuração definida o Blueprint pode depender de zero ou mais argumentos, que correspondem instâncias de conceitos do repositório. Tendo como base estes argumentos a parametrização consiste numa sequência de "perguntas" efectuadas à interface do repositório tais como obter a instância X do conceito y ou mesmo atributos dessa instância. A resposta é através de objectos transportados via OLE, com base nestes valore sé construída uma estrutura em árvore e calculadas as coordenadas é desenhado o Blueprint através da criação de símbolos num diagrama, cada um destes correspondendo a uma instância transmitida na estrutura .

A construção e configuração de um Blueprint pode também ser conseguida através da interface gráfica apresentada como exemplo usando para esse fim a opção Generic Hierarchy 904 do menu Tools 403.

A janela Generic Hierarchy 1200 (figura 12) está organizada em três grupos: Properties 1201, Top Levei 1202 e Chiid Nodes 1203. Concretamente, no grupo properties

1201, o utilizador selecciona o Diagram Type 1204 e insere um nome no diagrama (Diagram Name 1205) . No grupo Top Levei

1202, o utilizador define o tipo de conceito de origem, o qual tem como valor de índice 1. O resto dos conceitos, podem ser referenciadas pelos atributos dessas instâncias de origem. Este grupo tem os seguintes campos:

• Artifact 1206 (tipo de conceito de origem) ;

• Filter 1207 (nome do atributo do conceito de origem usado para filtrar;

• Value 1208 (valor da propriedade) ;

• Nidth 1209 (número máximo de símbolos "filho" para cada camada horizontal dentro do símbolo de origem) ;

· Color 1210 (cor de fundo dos símbolos) .

• O grupo Child Nodes 1203, tem os seguintes campos :

• Artifact 1211 (tipo de definição); • Parent Property 1212 (Propriedade do topo hierárquico ligada às definições deste nível);

• Parent Index 1213 (identificador hierárquico de topo) ;

• Index 1214;

• Width 1215 (número máximo de símbolos "filhos" de cada câmara horizontal dentro deste nível de símbolos ) ;

• Color 1216 (cor de fundo dos símbolos) .

O botão 1211, permite ao utilizador carregar as configurações e o botão 1218, serve para salvar as configurações feitas ao Blueprint.

Acrescida à capacidade gerar automaticamente um Blueprint, está também inerente à presente invenção a capacidade de gerar em lote os artefactos. Esta capacidade é denominada Execução em Batch. Concretamente, o utilizador pode seleccionar a opção Run Batch 901, de forma a executar um novo batch 1000, como mostra a figura 10, intitulada por Execução do novo Batch 1000. Ao usar esta caixa de diálogo, o utilizador poderá dar um nome ao Batch (Batch Name 1001) e identificar o atraso (Delay 1002), em minuto, antes de a execução começar. A invenção possibilita portanto a geração de um ou múltiplos Blueprints com base em automação. Como explicitado anteriormente, e no contexto de mitigação de esforço, estes métodos disponibilizados como parte integrante permitem actualizar ou criar diagramas substancialmente mais rápido do que sem uma abordagem de automação .

APLICAÇÃO DE ANÁLI SES SOBRE BLUEPRINTS

De modo a invocar a funcionalidade de aplicação de análises remetemos à interacção com o submenu 402 na qual o utilizador começa por expandir o menu, escolher a categoria e o tipo de Blueprint, estando então perante à selecção da acção a ser desempenhada em que deve escolher Filter 603 seguido da escolha de argumentos do Blueprint como evidenciado respectivamente na figura 6 e 7.

Ao definir o argumento e as respectivas propriedades, o utilizador poderá escolher um conjunto de filtros a aplicar ao Blueprint, através da caixa de diálogo de filtros 800 da figura 8. Concretamente, o utilizador tem a liberdade de seleccionar um conjunto de filtros gráficos aos símbolos que compõem o Blueprint, associando a cada filtro uma cor 811. Desta forma, cada tipo de filtro provocará uma alteração de cor nos símbolos do Blueprint a que o filtro se associa. Para escolher o tipo de filtro, o utilizador tem de seleccionar o tipo de artefacto 801 do conjunto de opções que lhe é apresentado. Desta forma, o utilizador estará a parametrizar as condições do filtro. Ao seleccionar o tipo de filtro, o utilizador deverá adicioná- lo na tabela de filtros 810, ao carregar no botão 809. Para além de filtros simples, o utilizador poderá seleccionar filtros compostos 812 e adicioná-los na tabela 810. Para carregar e guardar as configurações feitas ao Blueprint, basta o utilizador carregar nos botões 818 e 819, respectivamente .

O principio utilizado pela presente invenção e neste contexto, deriva dos mesmos métodos utilizados na construção dos Blueprints, nomeadamente na fase das perguntas. A principal diferença consiste na amostra de elementos sobre qual são feitos os inquérito, sendo que no caso das análises a amostra, em vez de abranger toda a informação do repositório, abrange somente os elementos representados no Blueprint. Por exemplo se o diagrama tiver 10 símbolos de um conceito e no repositório existirem 50, as perguntas só são feitas aos 10 presentes no Blueprint. Um exemplo da aplicação seria inquirir quais as instâncias de um conceito x, tinham a propriedade com o valor y e que o conjunto de resposta fosse colorido com a cor z.

NAVEGAÇÃO ENTRE BLUEPRINTS

Intrínseco à presente invenção e à noção de Blueprint está associada a ideia de navegação entre estes artefactos, que nos remete ao tema Análises Arquitecturais e Navegação.

0 método utilizado consiste na coordenação entre dois ficheiros em Extensible Markup Language . O primeiro identifica quais os Blueprints que estão associados ao repositório em uso, através de uma lista de pares nomes dos diagramas e número que o identifica na aplicação de Arquitectura Empresarial. O segundo ficheiro é um mapeamento entre tipos de símbolos de um determinado tipo de Blueprint e outro artefacto destino. Por exemplo identificar que os símbolos do conceito x no diagrama y ligam ao diagrama z.

RESTRIÇÃO TEMPORAL

Como capacidade integrante da presente invenção a capacidade de restrição temporal define meio para restringir a informação oriunda do repositório e limita-la a um conjunto de restrições temporais.

Endereçando à figura 9 e ao exemplo de ilustração da aplicação de Backoffice, o utilizador poderia escolher a opção restrições temporais (Time Restriction 903) sendo encaminhado para uma interface, semelhante à apresentada na fig.ll, que o permitisse escolher três tipos de Restriction Mode 1101:

• None 1102 (não à restrição aos artefactos);

• Single Value 1103 (os artefactos apresentados estão de acordo com uma das seguintes condições: a propriedade de data de inicio 1106 dos artefactos está vazia; A data de inicio 1106 dos artefactos realiza-se antes da data e a data de fim 1107 está vazia ou é maior do que a data de inicio 1106) ;

· Range 1104 (os artefactos estão de acordo com uma das seguintes condições: A data de inicio 1106 dos artefactos realiza-se antes ou é igual à data de fim 1107 e a data de fim 1107 é maior ou igual à data do inicio 1106; A data de inicio 1106 dos artefactos realiza-se antes e a propriedade da data de fim 1107 é maior ou igual à data de inicio 1106; A propriedade da data de inicio 1106 dos artefactos e a propriedade da data de fim 1107 estão vazias) .

As funcionalidades de interacção com o repositório de informação, as mesmas que as citadas anteriormente. A triagem associada a alguns dos tipos de restrição é realizada internamente à aplicação Backoffice com a implementação programática das condições acima identificadas .

GERAÇÃO AUTOMÁTICA DE RELATÓRIOS

Remetendo para o tema de Artefactos de comunicação, a presente invenção incorpora métodos e capacidade d produção de relatórios como meio de comunicação estruturado da informação presente no repositório . O formato de ficheiro base utilizado é uma apresentação Microsoft PowerPoint 2007. Adicional às comuns parametrizações deste tipo de ficheiros a invenção incorpora métodos de interpretação de etiquetas que através da aplicação Backoffice são transformadas em perguntas ao repositório. O valor ou representação das perguntas é então transmitido para o ficheiro do relatório. À semelhança dos Blueprints, também os relatórios podem receber argumentos que são referentes a instâncias de conceitos do repositório . As etiquetas utilizadas para fazer o mapeamento consistem num conjunto de palavras, caracteres reservados e referências a conceitos e atributos do repositório de informação .

Reserved Description

Keyword

Identifica que a etiqueta

BLUEPRINT faz referência a um tipo de

Blueprint .

A etiqueta indica a necessidade de copiar um conjunto de

ITERATOR slides de acordo com o número de elementos referenciado pelo atributo de uma instância de conceito.

Identificado utilizado em slides copiados pelo ITERATOR que são

SUBJECT substituídos pelo valores do atributo sobre o qual está a ser feita a iteração .

Referência a uma instância

ARGO 1 , 08 de um tipo de conceito passado como argumento . /

- 30 -

Por exemplo, com as capacidades da invenção caso estivesse definido no ficheiro uma etiqueta como a seguinte :

• <Project01 : Proj ect>#Stakeholders : Stakeholder . Name &Stakeholder Type=Internal>

A interpretação deve ser:

• Obter a instância com o nome ProjectOl do tipo de conceito Project.

• Obter os valores do atributo com o nome Stakeholders que deve retornar instâncias do tipo Stakeholder. • Apresentar o atributo Name no caso do atributo Stakeholder Type tiver o valor Internai .

APLICAÇÃO FRONTOFFICE

Fazendo referência à figura 3, um componente da invenção é descrito. A figura 3 é a captura e uma possível interface gráfica 300 da aplicação 204 ou 206. A referida interface não é limitativa do valor da invenção, representando apenas uma possível organização a ser disponibilizada a um utilizador.

0 princípio da aplicação em causa é replicar um conjunto de funcionalidades da aplicação Backoffice, mas usando esta como intermediária para manter as configurações e gerir o acesso ao repositório. Como principais factores de distinção tem o facto de não necessitar de ser executado num sistema computacional com a aplicação de Arquitectura Empresarial pois, como referido anteriormente, a comunicação é feita via Web Services. Adicionalmente como parte incorporante da invenção a aplicação tem o próprio motor de desenho no qual são representados os Blueprints e permitindo também introduzir um cariz dinâmico podendo o artefacto ser visualizado com uma dimensão temporal. Como exemplo o menu 302 pode conter vários pontos de acesso a funcionalidades. O grupo de elementos indicados em 303 correspondem aos passos da navegação de diagramas, tema abordado anteriormente. A lista 304 consiste num elemento que disponibiliza a pedido informação presente no repositório. 0 painel 305 representa o componente no qual são apresentados os Blueprint, contendo um neste exemplo.

Remetendo ao discurso de noção temporal na figura 3 o elemento 301 agrega um conjunto de componentes possibilitam alterar a perspectiva temporal do utilizador face ao artefacto em estudo:

• 0 componente 306 apresenta a data mínima contida num atributo de um conceito representado no diagrama. · 0 componente 307 apresenta a data máxima contida num atributo de um conceito representado no diagrama.

• O componente 308 permite que seja possível alterar o valor mínimo do intervalo temporal.

• O componente 309 permite que seja possível alterar o valor máximo do intervalo temporal.

• 0 componente 310 permite que controlar os componentes 308 e 309 para tomarem somente valores instantes temporais existentes. Isto é em vez de ser um intervalo contínuo é considerado discreto e só para valores existentes, e não todos os abrangidos no intervalo .

Remetendo para as transição entre a fig 3 e fig 13 é possível verificar que com a alteração do intervalo temporal, o número de elementos representado no Blueprint é reduzido. Deste modo o método em causa melhor a capacidade de um utilizador analisar os artefactos permitindo uma maior eficiência e foco. Todas as alterações, desde que não modifiquem as características essenciais das reivindicações que se seguem, devem ser consideradas dentro do âmbito da protecção da presente invenção.

Lisboa, 30 de Setembro de 2010